Sandy e Junior de chapéu, mingau do inimigo e negro lambendo o chão

Olá, pessoal! Hoje eu irei contar dois sonhos: Um sonhado nos últimos dias do ano de 2004, enquanto eu passava uns dias em Curitiba e outro sonhado no dia 28/01/2005, dia que a Sandy fez aniversário (e a Sandy também participou do sonho).

O primeiro sonho de hoje foi mais ou menos assim: Eu e o pessoal (que eu acho que era da faculdade), durante todo o sonho, freqüentávamos as aulas (que eu acho que eram na faculdade). O sonho foi basicamente isso, com exceção de alguns momentos. Os três principais momentos inusitados foram basicamente três: Uma aparição de um dragão e dois fatos ocorridos com um certo professor que não ensinava direito e era muito mal-encarado. Primeiramente, vou contar os fatos ocorridos com o professor que não ensinava direito. No trem que levava os alunos à faculdade, o professor de uma determinada matéria estava sentado num acento e outro aluno veio até ele esclarecer uma dúvida que ele tinha. Só que o professor só disse uma parte da dúvida do aluno e falou que não ia mais esclarecer aquela dúvida. Além disso, ele ameaçou deixar o aluno com nota baixa e desceu do trem. O aluno ficou indignado com a atitude do professor. Algumas partes do sonho depois, eu fiquei com uma dúvida na matéria daquele mesmo professor e ele fez a mesma coisa comigo, respondendo apenas a uma parte da dúvida, dizendo que não ia mais esclarecer aquela dúvida, me ameaçando de ficar com nota baixa, descendo do trem e me deixando falar sozinho. Eu fiquei com muita raiva e prometi para mim mesmo derrubar aquele professor do emprego dele. Esses foram os fatos ocorridos com o professor mal-encarado. Agora vou falar do momento mais inusitado, que foi o do aparecimento do dragão no campus da faculdade (ou de algum outro lugar, que mais parecia um lugar onde nós fazíamos alguma excursão, não me lembro que lugar que era). Eu estava andando para os lados, quando de repente apareceu um dragão por trás das montanhas, aterrorizando todo mundo. Os estudantes terminaram por derrotar tal dragão, que era laranja e muito feio. Eu não cheguei a ajudar no combate ao dragão, ainda mais que eles conseguiram dominar a fera sem a minha ajuda. Nas outras partes do sonho, lembro-me que havia laboratórios de informática e algumas outras salas menos importantes dentro da escola (não sei se era escola ou faculdade). Eu acho que esse sonho foi sonhado no Natal, não me lembro direito. O sonho foi só isso.

O segundo sonho de hoje foi dividido em três partes: Sandy e Junior de chapéu, mingau do inimigo e negro lambendo o chão. As partes do sonho estavam interligadas entre si, eram contínuas (não sei exatamente qual a ordem correta), mas cada parte se destacava como uma parte distinta e independente uma da outra. A parte da Sandy e do Junior de chapéu foi que a dupla havia se tornado, além de cantores, consultores de moda do interior e estavam os dois vestidos com roupas iguais às usadas pelos vaqueiros na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. Os dois estavam sendo entrevistados por algum telejornal daqueles e, ao fundo, tocava uma música do Chitãozinho e do Xororó, uma música bem sertaneja, daquelas bastante caipiras. A Sandy estava linda. Outra parte do sonho foi a do mingau do inimigo, uma parte um pouco vaga, mas dá para lembrar do essencial dessa parte. Eu comi um mingau (ou um cereal) cheio de arroz, parecendo arroz doce. O mingau estava num prato e me falaram que aquele mingau tinha sido preparado por alguém que não era boa pessoa, tipo algum inimigo ou pessoa mal-encarada. Uma outra parte ainda pior foi a do negro lambendo o chão, que foi a parte que mostraram na televisão uma cena de alguns negros africanos dentro de um buraco estreito. A equipe de televisão colocou um microfone para ouvir o negro que estava na frente, mas este, ao invés de falar, lambeu o chão. Todos os negros atrás dele (inclusive ele) eram só pele e osso, com alto grau de desnutrição. Parecia que havia restos minúsculos de comida no chão do buraco e por isso o negro lambia o chão. O repórter que falava mostrava a cena do negro lambendo o chão repetidas vezes, falando que era vergonhosa tal cena. Um dos negros que estavam no buraco saiu andando (este não estava desnutrido) pela saída do buraco, que era por onde os repórteres enfiaram o microfone para o negro lambedor de chão falar. Depois disso, o negro continuou a lamber o chão, comendo terra. Na minha opinião, essa parte do sonho insinuou que o negro é burro, pois não entendeu que era para falar no microfone. Meio racista esse meu subconsciente, vocês não acham? Eu não tenho nada contra os negros e nem acho que eles são burros. Se no sonho havia outras partes além dessas três, eu não me lembro. O sonho foi só isso. Mas que a Sandy tava linda no sonho, tava mesmo! Muito gata com aquele chapéu de peão de boiadeiro do interior! Eu gostaria muito de conhecer a Sandy pessoalmente. Quem sabe um dia, né!

O post de hoje acaba aqui! Tchau e até a semana que vem!

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