Sonhando com a viagem a Curitiba

Olá, internautas que acessam este blog! Estou de volta! Depois de passar uns dias em Curitiba, voltei com a corda toda e com mais sonhos! Hoje eu irei contar o sonho que eu tive no dia que eu fui para Curitiba, dia 21/12/2004. Um dia antes, fiquei com a viagem na cabeça, então tive este sonho. Começou assim: Eu já estava em Curitiba e a cidade estava meio diferente, não tinha ninguém nas ruas e as casas pareciam ser de mentira, tipo o cenário de alguns jogos de Nintendo 64 e Playstation. Andei um pouco pelas ruas desertas até chegar na casa dos meus avós, onde algumas pessoas (na sua maioria mulheres) haviam invadido a parte da frente a fim de pentear o gramado. Uma das moças que haviam invadido a parte da frente da casa dos meus avós disse que, quando a grama era penteada, saíam bolhas. E realmente saíam bolhas quando alguém passava o pente na grama. Os pentes usados para pentear a grama eram pentes comuns, desses de pentear cabelo. Então, entrei para dentro, fui até outra parte da casa que ficava ao ar livre, sem telhado (fora a parte da frente, a casa era diferente da casa dos meus avós na vida real). Lá, havia um fogão muito velho. Parecia que o fogão tinha sido fabricado há mais de cem anos. A única coisa que funcionava no fogão era o forno, e mesmo assim a porta do forno não abria mais porque havia sido cimentada junto com os botões e com a tampa de cima, ou seja, tacaram cimento no fogão. E eu acabei ficando responsável por fazer comida naquela joça cimentada e velha. Não sei de que jeito eu consegui colocar a comida dentro do forno, pois a porta tava cimentada e não havia outra abertura para colocar a comida. A comida que eu estava preparando era tipo um peru de Natal, só que submerso em um monte de água, ou seja, o forno tava cheio de água dentro. E, para manusear o peru, eu utilizava uma espécie de uma haste enfiada na lateral do fogão, que atravessava a parede do forno e que segurava o peru, virando-o quando necessário. Tava muito ruim de preparar o peru naquele fogão velho, e eu cheguei até a me queimar, encostando o braço acidentalmente na lateral da lata velha. Nem cheguei a comer o peru que eu tinha feito, pois o sonho acabou aí.

Semana que vem, eu irei postar outro sonho daqueles! Então, até semana que vem!

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