Engabelei os caras dizendo que eu era superpoderoso

Olá, pessoal! Excepcionalmente esta semana, estou postando na segunda-feira porque não tive tempo de postar no sábado e no domingo, além de hoje ser feriado. Hoje, vou contar dois sonhos que eu sonhei recentemente, há poucos dias. O primeiro é um sonho meio sobrenatural. Sonhei que eu sabia levitar a mais ou menos três palmos de altura. Lembro-me que eu estava trajando roupas parecidas com roupas de feiticeiro e que eu usava esse poder de levitar para ganhar dinheiro. Era assim: Durante o sonho, vinha de vez em quando na minha casa (que, no sonho, era um tipo de um castelo) uns caras para ver se eu era mesmo um superpoderoso. Eu dizia para todo mundo que eu tinha superpoderes e sabia fazer coisas sobrenaturais. Na verdade, a única coisa que eu sabia fazer de sobrenatural era levitar, o resto era tudo charlatanismo para pegar os trouxas. Então, continuando a história (digo, o sonho), além de levitar, eu mostrava para os caras que vinham ver se eu era mesmo superpoderoso um truque para eles pensarem que eu tinha mesmo poderes sobrenaturais. O truque era mais ou menos assim: Eu pegava um pó colorido e tacava esse pó num tambor cheio de água. Aí, o pó em contato com a água produzia uma luminosidade intensa e da cor do pó (eu me lembro que tinha pó laranja, roxo e azul). Depois de me verem levitando e fazendo o truque barato (engabelando-os), eles, engabelados, me entregavam um saco de dinheiro. A minha mãe estava junto no sonho, como cúmplice da engabelação. Durante os “golpes” que eu dava, eu ficava com medo dos caras descobrirem tudo e não me entregarem o saco de grana. Assim foi o primeiro sonho de hoje.

O segundo sonho de hoje foi sonhado essa semana. Trata-se de outro sonho babaca. Foi assim: Eu jogava um tipo de vídeo-game meio babaca no estilo NES. O jogo tava difícil. O meu bonequinho (eu não me lembro que jogo era) caiu no buraco uma vez e, quando ia cair pela segunda vez, ele começou a voar e pousou na outra parte onde tinha terra firme. Depois, em outra parte do sonho que não tem nada a ver com a primeira, alguns deficientes mentais faziam pinturas com tinta guache, sendo supervisionados por um homem que ensinava pintura para deficientes mentais. Eu assistia os excepcionais pintando sentado numa cadeira. Porém, eles estavam longe de fazer uma obra de arte: Eles, com as mãos sujas de tinta, ficavam encostando a mão uns nos outros, fazendo a maior melequeira. Encostavam principalmente nos cabelos. Tinha uma moça que tava toda coberta por tinta amarela. No final da “aula de pintura”, todos os excepcionais se levantaram de suas cadeiras e se despediram-se do professor (que parecia-se com o Maurício Mattar) dando pequenos tapas na cara dele, com as mãos sujas de tinta. Cada um deu um tapa. A cara do professor de pintura terminou toda suja. Aí acabou o sonho.

Tchau, pessoal, e até a próxima blogada!

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