Priscila do tapete

Olá, internautas de todo o Brasil! Hoje eu vou contar dois sonhos sonhados essa semana, um eu sonhei nesta segunda, dia 01/11/2004 e o outro eu sonhei ontem, dia 05/11/2004. O sonho da segunda-feira foi meio sujo: A mamãe disse que eu e o meu irmão precisávamos tomar um banho de tinta medicinal e que essa tinta iria fazer muito bem para nossa saúde. A tinta era verde escura. Eu não gostei muito dessa idéia de tomar banho de tinta, pois a tinta poderia não sair mais, mas a mamãe insistiu que eu precisava tomar o banho de tinta e que eu ia ficar melhor depois do “tratamento”. Então, não me restou outra saída a não ser concordar com esse tratamento maluco de banho de tinta verde. Eu e o meu irmão fomos nos deitar para passar por esse tratamento bizarro. Após eu e o meu irmão nos deitarmos com as costas viradas para cima, a mamãe começou a passar a tinta medicinal sobre nós. Após eu ser pintado, percebi que a tinta havia desaparecido, e no lugar da tinta, havia várias berebas e outros sinais de alergia. Este sonho acabou aí.

O segundo sonho de hoje, que foi sonhado ontem, foi assim: Eu me lembrei de uma antiga conhecida do tempo que eu era criança (isso no sonho). A mãe dessa conhecida também era uma antiga conhecida da mamãe. Então, surgiu a oportunidade de eu rever essa minha antiga amiga. Porém, eu soube pela mamãe que a mãe da mocinha que era minha amiga estava com uma grave doença e que ela poderia morrer a qualquer momento. Daí, a parte fantasiosa do sonho: para eu e a mamãe chegarmos até onde a mocinha e a mãe dela estavam, nós precisávamos atravessar várias fases difíceis, tipo um video-game de dois jogadores na vida real, onde eu e a mamãe éramos como o Mario e o Luigi no video-game do Mario. A mamãe sempre me lembrava de vez em quando: “Temos que chegar o mais rápido o possível, antes que a dona coisa morra!” Era mais ou menos isso que ela falava, acho que a mamãe dizia o nome da mãe da menina ao invés de dona coisa. É que eu não me lembro dos nomes da mocinha e da mãe dela, acho que no sonho elas tinham nomes, e a mamãe (e talvez eu também, apesar de eu não me lembrar dos nomes) as chamava pelos respectivos nomes. As fases do “video-game” eram bastante variadas, tinha casa abandonada, rua com o céu amarelado e até um lugar desconhecido com alguns inimigos enchendo o saco. O sonho acabou no meio de uma das fases do jogo, antes de nós chegarmos até o final e encontrarmos a mocinha e sua mãe doente. Depois que eu acordei, associei a mocinha do sonho a uma antiga conhecida do curto tempo em que eu morei em São Paulo na antiga casa da vovó há mais de 10 anos (ou foi antes de eu morar em São Paulo, em alguma visita à casa da vovó), uma menina que ficava sentada em um tapete em frente ao portão conversando e comendo salgadinho. Tenho pouquíssimas lembranças sobre essa menina, só sei que ela se chama Priscila e que ela aparecia no portão de vez em quando. Também não me lembro se ela era loira, morena, bonitinha, feinha, baixinha ou já crescida. Não sei de quem ela era filha. Não sei nem por que, após eu acordar, eu acabei associando a mocinha do sonho à Priscila do tapete no portão da casa da vovó em São Paulo. Será que a mãe da Priscila está morrendo? Acho que as minhas primas devem conhecer melhor a tal mocinha do tapete, quando elas vierem para cá da próxima vez, eu vou perguntar quem era a mocinha do tapete que ficava a comer salgadinho na porta da casa da vó Rosa.

Tchau, internautas e até a semana que vem! E se você é a Priscila do tapete, deixe um comentário neste blog me comunicando da sua existência!

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