Doutor Panetone e um cômodo todo inundado

Oi, gente! Hoje, eu irei contar dois sonhos que já faz tempo que eu sonhei. O primeiro se trata de um sonho bem antigão, de 1996 mais ou menos, e o outro data de mais ou menos do ano de 2001 ou 2002.

No primeiro sonho, que foi um sonho bastante sujo, havia um sujeito bem sujão chamado Doutor Panetone (que era um antigo personagem meu das minhas antigas brincadeiras de criança). Esse Doutor Panetone morava num buraco enorme e cheio de lama, onde parecia uma jazida de lama. Não era lama medicinal, era lama suja mesmo! O cara morava com a família dele, que era a esposa dele e mais dois filhos, um menino e uma menina. A família, para se locomover dentro da “casa” deles, tinha que nadar pelo rio de lama até chegar em algum cômodo, como por exemplo o quarto do Doutor Panetone, que estava todo bagunçado e parecendo um alojamento de mendigos, com a cama jogada, toda suja de lama e sem roupa de cama. Não havia higiene nenhuma por lá e a iluminação era péssima. Chegou uma hora que todos da “casa” ficaram doentes (menos eu, que estava de “visita”) e foram para o hospital. Lá, ficou constatado que toda a família do Doutor Panetone estava altamente intoxicada e suspeitava-se que o Doutor Panetone e sua família eram alienígenas de outros planetas. O sonho acabou aí.

O segundo sonho foi bastante inundado. O começo dele eu quase não me lembro, mas a parte que eu lembro foi muito interessante. Eu me lembro que eu estava em um prédio com bastante andares e cada andar tinha bastante salas. Eu saí de alguma sala que eu não me lembro, subi o elevador e entrei numa sala cuja porta havia um símbolo de um sinal de mais (adição) vermelho. Mesmo sabendo que a sala pertencia a outra pessoa, entrei lá dentro e dei de cara com um cômodo enorme, todo inundado e com várias prateleiras. Alguns papéis boiavam na água, bem como outras porcarias. Desci as escadas e comecei a procurar alguma coisa que nem eu sabia o que era. Acho que era algum documento importante. Procurei tanto nas prateleiras quanto em baixo da água. A água dava até um pouco acima do umbigo. Até que, de repente, ouvi alguém abrir a maçaneta da porta do cômodo. Para não ser descoberto, me escondi debaixo da água, no meio das prateleiras. Acho que era o dono do cômodo. Momentos depois, ele foi embora e eu resolvi sair daquele lugar sinistro e ir embora também. Para onde eu fui, eu não sei, pois a partir daí eu não me lembro de mais nada.

Bom, gente, até a próxima blogada!

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