Dois sonhos, um deles é meio drogado…

Olá, internautas! Hoje eu vou contar dois sonhos, um recente e outro sonhado durante a minha viagem a Curitiba em 2001. Primeiro, o sonho recente, sonhado essa semana. Começou assim: Eu estava usando um computador que, no sonho, era meu. Era diferente do meu computador que eu uso no dia-a-dia. Era um computador rápido, assim como o meu da vida real. E a mamãe tinha o dela, que era inferior que o meu, mas bem melhor que o da mamãe na vida real. O sistema operacional usado em ambos os computadores não era Windows nem Linux, era um sistema operacional fácil de usar e principalmente voltado a jogos. No meu computador, havia instalado a versão mais recente desse sistema operacional, enquanto no da mamãe, havia uma versão mais antiga. Então, acho que a mamãe adquiriu um outro computador um pouco melhor que o que ela tinha. Ela deixou o antigo computador dela na sala. A casa era igual (ou quase) à minha casa na vida real. Daí, eu resolvi desligar o meu computador (eu estava usando-o quando soube do novo computador da mamãe) e dar uma ligada no computador velho que a mamãe se desfez, e fiquei usando-o por um tempo. A mamãe apareceu e disse que eu só poderia usar o antigo computador dela se eu pagasse dez reais (um valor simbólico pela compra do computador). Só que, naquele sonho, a mamãe me devia dez reais por um favor que eu havia feito a ela. Eu disse: “Não irei pagar nada, quem me deve dinheiro é a mamãe, não eu a ela!” Aí eu tive uma idéia: Se eu perdoasse a dívida em troca do computador velho? Fui até o quarto da mamãe (onde pensei que ela estava) propôr esse acordo. Sabe quem estava lá, usando o novo computador da mamãe? A Virna, minha colega da FATEC! Ela estava jogando um jogo bastante bem-humorado. Porém, ela estava irritada. Acho que ela estava perdendo no jogo. Eu fiz a proposta diretamente a ela, para que depois ela falasse para a mamãe mas, como ela estava muito irritada (e acabava de errar novamente no jogo), ela disse: “Não me irrita, olha que eu vou te dar uns cascudos!”, ou coisa parecida, não me lembro ao certo quais palavras foram utilizadas pela Virna. O sonho foi só isso.

O segundo sonho foi bem curto. Foi sonhado durante os dias que eu passei em Curitiba em dezembro de 2001. Para vocês entenderem o sonho, vou dar uma pequena explicação: Na vida real, os vizinhos da frente da casa do meu avô (onde eu passei uns dias em 2001, e também em 1999 e 2003/2004) são meio suspeitos. Meu avô disse que, por lá, existe um ponto de venda de drogas. Eles foram intitulados pelo meu avô como os “fumeiros”. Preocupado com isso (eu também via a movimentação bastante suspeita na porta daquela casa), eu acabei sonhando que eles haviam invadido a casa do meu avô de madrugada, comigo dentro e tudo! Eles invadiram utilizando um método bastante esquisito: Eles dispararam fogos de artifício na fachada da casa com os fumeiros na ponta, e desceram do telhado utilizando cordas! O sonho acabou aí. Bem imbecil este sonho, vocês não acham? Naquela época, eu estava meio assustado com essa história dos fumeiros.

Tchau, pessoal e até o aniversário de 7 dias da medalha de ouro do Robert Sheidt (é assim que se escreve?)!

Anúncios

Comente este post!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s