Batman nordestino

Olá, internautas! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive já faz não sei quanto tempo. Acho que foi no ano passado. Sonhei que eu e meus colegas de classe do ano passado (3º Colegial B) fomos de avião para o nordeste. Junto comigo, viajava um anão com bigodes azuis que era uma espécie de “fiel companheiro” meu. O avião fez escala numa cidade nordestina que eu não sabia qual era. Todos desceram do avião para dar uma andada e esticar as pernas. Mas, quando chegou a hora de voltar ao avião, eu e o fiel companheiro nos atrasamos e o avião partiu sem a gente. Aí começou a nossa aventura. Eu e o anão fomos até um rancho de madeira onde a gente dormiu, eu acho que era uma espécie de barraco. No dia seguinte, um certo sujeito da capa preta chamado Batman nos convidou para nos hospedar na casa dele. Este Batman era bem parecido com o Batman super-herói e usava um chapéu azul. A casa dele era bastante esquisita, tinha paredes pretas e tinha uma péssima iluminação. Ele devia ser muito fascinado pelo Batman super-herói. Aí o Batman (dono da casa) nos ofereceu algumas bolachas. Quem trouxe as bolachas foi uma moça muito bonita cuja camiseta que vestia era bastante larga. Na verdade, não era nem uma camiseta, era uma regata bastante folgada, e ela estava sem sutiã, ou seja, dava para ver os seios dela, nos quais eram muito bonitos. Não sei se essa moça era empregada do Batman ou filha dele, ou então amiga dele, só sei que morava na casa junto com ele. Não sei qual era o nome da moça. A gente conversou um pouco com o Batman e com a moça. A moça não quis se sentar, preferiu ficar em pé. E eu, de vez em quando olhando para os seios dela que ficavam meio a mostra. A conversa tava muito boa, quando de repente apareceu uma inimiga que se parecia com a Mulher-Gato. Essa inimiga odiava o Batman e começou a duelar contra ele e contra mim e o meu fiel companheiro anão. Ela girava, berrava, fazia um monte de coisas esquisitas, parecia uma louca. Ela trajava uma roupa meio preta meio rosa. E nós, tentando conter a fúria da Mulher-Gato falsificada. A moça da blusa folgadona não participou do duelo. Mas a gente duelou tanto, mas tanto, que no final o Batman e a Mulher-Gato ficaram amigos. Depois disso, a gente resolveu ir embora da casa do Batman. Eu e o anão nos despedimos do Batman, da Mulher-Gato e da moça que nos serviu as bolachas e depois voltamos ao barraco de madeira. Um dia depois, o avião com o pessoal da classe retornou e a gente embarcou para voltar para casa. No caminho de volta, eu e o anão contamos aos colegas de classe como tinha sido a nossa aventura na casa do “Batman”. O sonho terminou no meio da viagem de volta.

Acabei de ter uma grande conclusão após ler este e outros sonhos: o meu subconsciente tem uma imaginação mais fértil do que a minha imaginação quando eu estou acordado. Eu nunca que iria imaginar um negócio desses, com viagem ao nordeste, homem com capa preta chamado Batman, fiel companheiro anão… Foi por esse motivo que eu criei este blog, porque os meus sonhos são inimagináveis.

Até a semana que vem com outro sonho bizarro daqueles!

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