Como quebrar 50 vidraças em 10 segundos

Oi, gente! Novamente eu aqui na frente deste computador para dar mais uma blogada! Hoje eu vou contar dois sonhos, um bem pequeno e outro maior.

Já faz bastante tempo que eu tive um sonho bem besta, um sonho no qual eu repeti a mesma coisa inúmeras vezes. Sonhei que tinha um cara muito mal-encarado na área. Eu e ele estávamos dentro de uma estrutura toda feita de vidro. Eram várias vidraças e tinha bastante gente me olhando do lado de fora. O mal-encarado fez uma cara bem feia para mim e, não sei o que me deu, que eu peguei o cara e comecei a arremessá-lo contra os vidros da estrutura. Os que me observavam começaram a rir do mal-encarado que se espatifava nos vidros. O impressionante é que, assim que o mal-encarado caía no chão, automaticamente eu já o pegava e o jogava novamente contra outra vidraça, fazia isso quase que sem pensar. A cada vidraça que eu jogava, o pessoal que observava pelo lado de fora ria mais. E eu jogava o cara numa velocidade impressionante, em dez segundos eu joguei o cara em cinqüenta vidraças! E fazia tudo isso sem precisar pensar, era automático, eu pegava o cara e o jogava numa vidraça, numa fração de segundo eu o jogava em outra vidraça e assim foi durante bastante tempo. Eu não sei quantas vidraças tinha naquela estrutura de vidro, com certeza deveria ter milhares de vidros, eu nem sei quantos vidros eu quebrei. E era curioso também porque o mal-encarado não sangrava, permanecia inteiro e indestrutível. Eu fiquei jogando o cara nos vidros até acabar o sonho. Mas que sonho besta!

Este foi o sonho maior, o bem pequeno eu vou contar agora. Este pequeno sonho (que eu iria contar na semana passada, junto com outros sonhos curtos) foi sonhado no ano de 1993, ainda quando eu morava em São Paulo. Sonhei que um homem e uma mulher estavam dentro de um buraco, tipo um alçapão. Em volta do buraco havia algumas ferramentas. De vez em quando, um dos dois punha a mão para fora do alçapão e pegava uma ferramenta. Acho que estão consertando alguma coisa dentro do alçapão. O casal estava de chapéu, a moça usava um chapéu preto com uma listra branca e o rapaz usava um chapéu amarelo com uma listra preta. Eu ficava do lado de fora do buraco, só olhando e às vezes eu ia para os outros cômodos da casa. Eu estava em uma casa meio esquisita, tinha uns quartos e aquele cômodo onde tinha um alçapão, nada mais. Depois de algum tempo consertando alguma coisa dentro do buraco, o casal pôs a cara para fora e a moça apertou minha bochecha e disse carinhosamente alguma coisa que eu não me lembro. Foi só isso.

Bom, se quiserem, podem escrever comentários sobre os meus sonhos! Até semana que vem!

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