A morte dos pilotos de Fórmula 1

Olá, pessoal! Semana passada não sobrou tempo para eu escrever sonho no blog, me desculpem todos os internautas que acessam este blog! Em compensação, hoje eu vou escrever dois sonhos!

Era véspera de um Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 não sei de que ano e eu tive um sonho muito macabro. Sonhei que o Rubens Barrichello foi treinar no autódromo de Interlagos com a Ferrari dele e ele se acidentou e morreu. No Jornal Nacional, a Fátima Bernardes deu esta notícia ao Brasil inteiro chorando muito. O Luciano Burti (que na época corria pela Jaguar), ao ouvir essa notícia triste, disse para mim: Eu vou ao autódromo de Interlagos treinar um pouco para esfriar a cabeça! Daí ele foi. Alguns minutos depois, a Fátima Bernardes deu outra notícia chorando no Jornal Nacional. A notícia foi que o Luciano Burti derrapou com o carro na curva, se acidentou e morreu. Então, o Enrique Bernoldi (que na época corria pela Arrows) disse para mim: Eu vou dar umas voltinhas no autódromo de Interlagos para ver se eu esfrio a cabeça! E ele foi. Minutos depois, outra vez a Fátima Bernardes, chorando bastante, deu outra notícia supertriste: o Enrique Bernoldi se distraiu, bateu em cheio no muro de proteção e morreu. Momentos depois, eu acordei do sonho. No dia do Grande Prêmio do Brasil, ninguém morreu e eu fiquei aliviado, pois por alguns momentos pensei que aquele sonho era premonição. O Rubens Barrichello, como sempre, abandonou a corrida.

Esta madrugada, dia 19/10/2003, meu subconsciente me pregou outra peça em relação à Mara. Sonhei que eu tinha ido à escola usando um sutiã preto por baixo da camiseta de escola. Como vocês sabem, eu não consigo controlar meus atos nos sonhos que eu tenho. Chegando lá, tinha uns computadores conectados à internet. Quando um computador era desligado, ele não exibia a mensagem “Seu computador já pode ser desligado com segurança” no monitor, e sim um menu todo em vermelho cheio de links para páginas da internet, pois os computadores utilizavam um sistema operacional completamente diferente do Windows. Ninguém reparou que eu estava usando um sutiã por baixo da blusa de escola, embora a blusa de escola fosse branca. A Mara havia bolado algumas das aulas, mas veio em uma única aula. Quando a Mara puxou a gola de sua camisa para olhar por dentro, eu percebi que ela estava sem sutiã. Vários minutos depois, na hora da saída, eu resolvi tirar aquele sutiã preto que me incomodava, antes que alguém descobrisse. Tirei o sutiã discretamente e o abandonei no cesto de achados e perdidos. A Mara foi no cesto de achados e perdidos e encontrou o sutiã, olhou para mim e disse: isso aqui é seu? Isso aqui é para mim? Ela achou que eu tinha feito alguma gozação por descobrir que ela estava sem sutiã, como se a Mara tivesse perdido seu sutiã. E assim acabou o sonho. Mas eu vou repetir: Eu considero a Mara apenas como uma irmã, não como outra coisa!

Tchau, internautas, até a semana que vem! E tomara que nesta semana eu sonhe que eu esteja beijando a boca da Sandy! Ou então, que eu sonhe com um abraço muito gostoso da Mara!

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