Guerrinha de ovos e rojões

Olá! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive há bem pouco tempo.

Eu morava atrás do prédio da FATEC de Praia Grande, a um ponto de ônibus de distância do CEBRAC. Eu e o meu irmão Écio recebemos um convite para fazer uma espécie de curso, não sei direito, acho que era no CEBRAC. Eu e o Écio nos arrumamos para ir a este curso, vestimos roupas sociais, passamos perfume, o Écio ainda passou gel no cabelo. Mas, momentos antes, apareceu um caminhão bem grande cheio de pessoas vestidas com trajes muito esquisitos, eu lembro que tinha uma vestida de noiva e que liderava o grupo, mas era um vestido meio parecido com uma roupa militar, eu não sei direito dizer como era exatamente. Essas pessoas que estavam na caçamba do caminhão carregavam metralhadoras, rojões e ovos de galinha. Este caminhão parou perto da porta de casa. De repente, outro caminhão, em sentido contrário, parou perto de casa, também cheio de gente com roupa esquisita, portando metralhadoras, rojões e ovos de galinha. O primeiro grupo, liderado pela “noiva” e o segundo grupo, liderado por um outro trouxa começaram a confrontar entre si com rojões e ovos de galinha. Chegou a hora de eu e o Écio ir ao curso, a gente saiu de casa em meio ao fogo cruzado e tomando cuidado para não ser atingido por nenhum ovo ou rojão. Aí, a gente resolveu voltar, pois estava perigoso andar na rua. Depois, eu e o Écio saímos novamente para tentar ir ao curso, mas decidimos voltar outra vez, pois a brigalhada na rua estava feia. A gente estava quase desistindo quando decidimos tentar de novo. Andamos quase a metade do caminho, quando eu decidi voltar, pois eu achei arriscado prosseguir o caminho, a cada metro caminhado, a brigalhada entre os dois grupos ficada cada vez mais feia. Quando estávamos quase chegando em casa, o Écio foi atingido por um ovo bem nojento, bem viscoso. Aí ele falou: “Arriégua!” e voltamos para casa. Eu me enchi, peguei um revólver calibre 38, fui até a rua irritado e disparei alguns tiros para o alto, eu acho que foram seis tiros. Eu não sei se a guerrinha acabou ou não porque, neste momento, eu acordei do sonho.

Domingo que vem, eu conto mais sonhos!

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