Silvio Santos na Globo e eu com o estagiário na cama de casal

21 de janeiro de 2012

Hoje eu irei postar dois sonhos sonhados no último mês de Dezembro.

O primeiro sonho deste post foi sonhado no dia 22, três dias antes do Natal. Sonhei que o Silvio Santos participou de um programa de auditório estilo Show do Milhão, só que na Rede Globo. Inclusive, o pessoal comentava sobre a presença do Silvio Santos num programa da Rede Globo, além do fato do dono do SBT estar se esforçando bastante para vencer o jogo que, como eu disse, era no estilho do Show do Milhão, antigo programa do SBT apresentado pelo Silvio, ainda que as regras (que eu não me lembro) eram diferentes das do clássico programa de perguntas e respostas. Só me lembro disso deste sonho.

O segundo sonho foi sonhado cinco dias depois, no dia 27, dia do aniversário da Mara, amiga minha dos tempos do colegial na qual eu sonhei com ela várias vezes, a maioria relatada neste blog. Mas não foi com ela que eu sonhei neste sonho, e sim com um estagiário da empresa que eu trabalho, que é gosta muito de jogos eletrônicos, sobretudo os do XBOX 360.

Sonhei que eu estava numa casa em alguma cidade do interior de São Paulo (que, apesar de pequena, possuía metrô, e parece que tinha apenas uma única linha, que cortava a cidade de leste a oeste) e essa casa era do meu avô (não sei que avô era) ou de algum tio. Do lado de fora da casa, tinha uns homens, acho que alguns eram caipiras, que ficavam conversando.

E no cômodo da frente (não me lembro de ter visto os demais cômodos), havia uma cama de casal e um monte de notebooks empilhados, e a pilha de notebooks tinha mais ou menos um metro de altura, ou um pouco mais que isso. Eu cheguei a me deitar na cama, no lado direito desta. Em um dado momento, entrou o estagiário e este me falou não sei o quê. Acho que era algo sobre aquela pilha de notebooks. Ele se sentou do lado esquerdo da cama de casal, enquanto eu estava sentado do lado direito da mesma.

Então, eu resolvi ligar meu notebook, que é este onde eu estou digitando essa bagaça no editor de texto, mas me lembrei que eu não o levei comigo quando viajei para aquela cidade. Resolvi então, com autorização do estagiário, pegar um dos notebooks que estavam empilhados (parece que ele era o dono daqueles notebooks, acredito eu). Peguei um que era preto e que, segundo a descrição das configurações que constava na parte de baixo do equipamento, possuía processador Pentium 90 MHz, com 16 MB de memória RAM, uma configuração bastante defasada para os dias atuais. Não me lembro de ter ligado o notebook, pois acordei pouco tempo depois.

Até o próximo post, e espero um dia ver a Mara pessoalmente pelo menos mais uma vez, desde o primeiro semestre de 2009 eu não a vejo…


A música do diabo

7 de janeiro de 2012

No primeiro post do ano de 2012, irei relatar um sonho que tive no dia 10/12/2011, um sonho, digamos, diabólico. Sonhei que quem cantava a música Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds, era, na verdade, o diabo, e que o videoclipe dessa música enlouquecia as pessoas que assistiam o mesmo.

Vou iniciando o relato da primeira parte que eu me lembro, antes dessa parte, eu não me lembro de nada do sonho. Estavam eu, minha mãe e meu irmão num supermercado quando, ao avistar um pão que estava na prateleira e que tinha aparecido num comercial, meu irmão pediu para que o mesmo fosse comprado. O pão era um produto licenciado de algum desenho animado infantil, com seus personagens aparecendo tanto no rótulo quanto no comercial do produto. Depois do meu irmão encher o saco para que comprássemos o pão, compramos o mesmo. Chegando em casa, vimos que o pão era minúsculo e, ao comermos o mesmo, vimos que o pão estava cheio de espinhas. Acho que o pão devia ser feito de peixe. No sonho, assim como na vida real, meu irmão já era adulto, com 33 anos de idade.

Posteriormente, fui sozinho para um bar onde havia um telão. Não sei se cheguei a beber alguma coisa (na vida real, eu não bebo). Em um dado momento, começou a ser exibido no telão um videoclipe e logo em seguida fui avisado por um cara do bar que aquele videoclipe, caso assistido por completo, fazia a pessoa que estivesse assistindo enlouquecer. Fui avisado também que quem cantava aquela música era o diabo e que aquela era a música do diabo. A música, como eu já adiantei no início do post, era a Don’t You Forget About Me, da banda Simple Minds.

Para não enlouquecer, eu assisti o videoclipe olhando o mesmo de relance, não diretamente, e virando o rosto para o lado de vez em quando, para não vê-lo por inteiro. O videoclipe consistia basicamente no diabo cantando num microfone preso a um suporte e segurando uma guitarra ao lado de uma linda mulher de cabelos pretos e seios fartos (ora ela aparecia à esquerda do amornado, ora só o mesmo aparecia cantando, sem a mulher), com uma animação verde ao fundo que era tipo uma proteção de tela do Windows, cujo efeito saía de dentro para fora, como se aquilo tentasse hipnotizar que assistia ao clipe. A cena do diabo cantando era alternada com outras, como as cenas onde a mulher aparecia fazendo uma dança diabólica e se despia, além de outras. No começo do videoclipe, a moça estava de vestido vermelho, posteriormente, numa das cenas intercaladas, ela estava com um roupa meio transparente, na qual dava para ver os seios, e na última cena que eu me lembro, a moça estava nua, debaixo do chuveiro e abaixada, com o rosto voltado para baixo e completamente imóvel. Em um determinado momento do clipe, um pouco depois do no início do mesmo, creio eu, cheguei a pensar comigo mesmo algo como: “posteriormente, irei assistir a esse videoclipe inteiro, com calma”, acreditando que o mesmo não me enlouquecesse caso eu o assistisse no meu PC.

Depois de terminada a exibição do videoclipe satânico, saí do bar e fui para a rua, na qual estava deserta, não havia nenhuma pessoa na rua, com exceção de mim. Andei durante alguns minutos até parar para descansar num banco próximo à entrada de um estabelecimento comercial. Em cima do banco onde eu sentei, havia algo que não me lembro o que era, acho que era um papel com algo escrito. Após sentar-me no banco, tirei do bolso minha carteira (embora eu não use uma carteira na vida real, muito menos uma que seja semelhante à do sonho) e nela, havia várias coisas dentro, inclusive o CD do diabo, que incluía a música Don’t You Forget About Me. Resolvi dar uma olhada no encarte daquele CD e vi, dentre outras ilustrações feitas por algum cartunista, uma na qual havia uma espécie de etiqueta cobrindo o desenho, que dizia que aquela cena foi censurada porque era de muito mal gosto, ou algo assim, e que para ver a cena, se assim desejasse, o proprietário do CD tinha que remover a etiqueta. Na etiqueta, informava também que o desenho censurado era de uma das cenas do videoclipe (na qual não eu vi, pois eu devia estar olhando para o lado) na qual o diabo botava fogo em um gato. Depois dessa parte, acordei.

Até o próximo post, com outro sonho, provavelmente não-satânico como este!


Fugindo de ver a cantora desfigurada

24 de dezembro de 2011

Este é o último post do ano do blog dos Sonhos do Allan. E, apesar de estar sendo postado na véspera de Natal, é, tecnicamente, um pesadelo, e foi sonhado no último dia 2 de Dezembro.

Quando o sonho começou, a Sandy já havia morrido. E nem sei de que jeito ela morreu, e eu já tinha conhecimento de sua morte desde que o sonho começou. E como se isso não bastasse, durante o sonho, outra cantora morreu, e de forma bastante perturbadora: a Taty, uma cantora que não existe na vida real (na verdade, uma personagem que aparece em alguns textos que escrevi sobre o Superfred, um super-herói que mora numa cidade fictícia do interior de São Paulo), foi brutalmente assassinada e teve seu rosto todo cortado e fatiado com uma faca. E, praticamente durante o sonho inteiro, eu fugi de ver como ficou o rosto desfigurado da Taty após ela ser assassinada (com certeza, devia ser uma imagem bem forte).

Eu estava na casa onde eu morava, no meu quarto (que era diferente das casas onde fico na vida real e nem sei em que cidade se situava), quando eu soube da morte da Taty. Passou na TV a terrível notícia, mostrando o rosto desfigurado da cantora (e eu não olhei para a tela da TV para não ver). Alguns momentos depois, alguém veio até em casa para que eu visse a Taty morta, dizendo que eu era obrigado a ver, e eu dei um jeito de não ver, procurando não sei o que no meu quarto (não sei se achei o que eu estava procurando, e essa parte do sonho não tem muito sentido). Na cozinha, o Fonseca, que era o gerente de projetos da empresa onde eu trabalhava em 2009, que foi citada no post anterior, preparava algo em um fogão meio esquisito, segurando duas espátulas, uma em cada mão.

A partir daí, em várias situações (não me lembro de todas, mas foram dezenas de vezes), me esquivei para não ver o rosto desfigurado da Taty, que aparecia nas mais diversas formas, na grande maioria das vezes de forma audiovisual, na TV. Lembro de uma das vezes na qual eu estava num recinto que era uma mistura da parte da frente da casa da minha mãe, em Praia Grande, com um bar (e eu acho que lá era justamente a parte da frente da minha casa no sonho). Eu estava em uma das mesas quando mostraram a moça morta em uma das TVs, então eu virei o rosto para a direita, me esquivando. Numa outra parte do sonho, eu estava na sede de uma emissora de TV e cheguei a entrar num estúdio minúsculo, do tamanho do quarto onde fico hospedado em São Paulo (4 metros quadrados), onde três pessoas mais ou menos gordas trajando roupas cinza (dois homens e uma mulher, e um deles parecia ser o Datena) comentavam a morte da cantora de música pop de cabelos lisos e pretos. Em algum momento, acho que foi até fora do estúdio, não sei se antes ou depois de entrar nele, apareceu a imagem forte, e novamente evitei olhar.

Em alguns momentos do sonho, me lamentei pelo fato da Sandy já ter morrido (e ela tinha morrido recentemente), lembrando saudosamente da mesma. Também fiquei muito triste com a morte horrenda da Taty, apesar de na vida real ela ser um personagem que eu criei.

O pesadelo foi basicamente isso. Desejo a todos que estão lendo isso um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de sonhos!


Trabalhando para a coisa e show no metrô

11 de dezembro de 2011

Hoje, irei postar um sonho mixuruca que tive no mês passado, no feriado da Independência, no dia 15 de Novembro. Sonhei que eu tive que trabalhar, por um único dia, na primeira empresa onde trabalhei na vida real, a BSY. Era um serviço pequeno que tal empresa me pediu para fazer, e eu fiz naquele dia, que devia ser um sábado, e me pagaram naquele mesmo dia também.

Quando, num outro dia, fui trabalhar na empresa onde eu estava atualmente empregado no sonho (que não era a mesma empresa onde trabalho atualmente na vida real, era uma empresa que funcionava numa casa comum), fiquei sabendo que a BSY repassou, anos atrás, outros serviços para aquela empresa fazer também. E os funcionários da empresa onde eu trabalhava se referiam à BSY como “a coisa”, inclusive no código-fonte dos programas (tanto nos comentários quanto no classpath das classes Java, que era com.acoisa.*), nos quais cheguei a dar uma olhada.

Numa outra parte do sonho, um cantor tipo Elvis Presley foi dar um show numa estação do metrô de São Paulo (não sei qual era, mas devia ser uma da linha azul, com as plataformas de embarque nos lados e os trilhos no meio). O cantor ficava numa das plataformas de embarque, num pequeno palco improvisado, enquanto os espectadores assistiam nas duas plataformas. O metrô funcionava normalmente, apesar do aperto que ficou. Eu vi parte do show de cima, tendo uma visão aérea do coiso. E, ao fim do show, o cantor (que não fiquei sabendo que nome tinha), pelo fato da escada rolante estar no sentido de descida, levando as pessoas para a plataforma, acabou ficando por ali mesmo, não indo embora, apesar de que ele poderia ter usado a escada para subir. Ele ficou jogando paciência em seu notebook.

E este foi o sonho postado hoje, no post de número 170 da história do blog, isso contando com os posts postados nos endereços antigos do blog. Por falar nos posts antigos, estou migrando-os, aos poucos, para o endereço atual do blog, juntando tudo num lugar só. Estou os repostando aqui neste endereço, com as datas originais de postagem nos endereços antigos. Vai demorar um tempo até o trabalho ser concluído, pois faltam mais de oitenta posts. Infelizmente, os comentários antigos não poderão ser migrados. Espero terminar a migração no começo do ano que vem.

Até a próxima postagem, a de número 171!


Três sonhos gays

27 de novembro de 2011

Hoje eu irei contar três sonhos homossexuais que eu tive. Mais três vezes que meu subconsciente me prega uma peça, já que sou heterossexual.

O primeiro sonho eu tive em 2008 ou 2009, não me lembro o ano exato. Me lembro muito pouco desse sonho. Eu estava numa casa velha, acho que no sótão da mesma. Havia um buraco numa das paredes que davam para a rua e a parede aparentava ser de madeira, pelas ferpas das bordas do buraco da mesma. Acho que nevava do lado de fora. Junto comigo, estava o ator Murilo Benício. E eu alisava o pênis do Murilo Benício. E o pior é que o pau do cara estava gozado, todo lambrecado com esperma. Ai, que sonho nojento que eu tive!

O segundo sonho homossexual eu tive esse ano, há alguns meses atrás. Só lembro de um pedaço do mesmo, no qual eu fui a uma estação de trens de carga (ou algo do tipo) trajando uma camisa do Corinthians. Na vida real, atualmente eu não torço para nenhum time, pois não tenho ligado muito para futebol ultimamente (exceto jogos da seleção brasileira) pois para mim perdeu a graça, mas até meados de 2007 eu torcia para o São Paulo Futebol Clube.

Antes de ir à estação, fui advertido por alguém (acho que uma mulher) de que, caso eu fosse à estação trajando alguma camisa de algum time, alguém que torce para o time rival do time da camisa que eu estava usando poderia pichar a mesma.

Aí eu fiquei lá na estação e não aconteceu nada. Posteriormente, voltei à mesma estação, desta vez trajando uma camisa do Palmeiras. Assim que eu cheguei, apareceu um sujeito trajando uma camisa do Corinthians que começou a pichar a camisa do Palmeiras que eu estava usando, usando um giz branco ou algo do tipo. Então, eu beijei a boca do corintiano, dei um selinho nele, e o mesmo parou de pichar a minha camisa. Por que eu fiz isso eu não sei, ainda que eu tenha beijado o cara de livre e espontânea vontade.

Esses dois sonhos não são tão homossexuais se comparados ao terceiro sonho, sonhado no dia 04/11/2011. Sonhei que eu transei com o Fernando Alonso, o piloto de Formula 1. Eu era o ativo da relação (pelo meno isso) e o Fernando Alonso usava roupas azuis (e eu acho que não usava nada). E até que ele estava gostando (acho que o homossexual do sonho era ele).

Essa parte homossexual foi apenas uma parte do sonho, vou contar o mesmo desde o início, ou melhor, o que eu me lembro dele. E na verdade, esse não é um sonho homossexual, e sim bissexual, já que transei com uma mulher também.

No início da parte que eu me lembro do sonho, eu queria muito transar com uma mulher muito bonita e gorda. Eu tentava chegar nela e a mesma se afastava de mim. O sonho inteiro (inclusive a parte homossexual) se passou numa casa, que tinha uns quadros na parede e tinha dois andares, era uma casa grande. Aí depois dessa parte, ocorreu a que eu comi o cu do Fernando Alonso. Depois disso, ouvi falar que, para conseguir transar com aquela mulher gorda, tinha que ir nela direto, sem pedir permissão ou xavecar ela. Aí eu fui. E transei com ela. Durante quase toda a transa (que eu não concluí, pois acordei do sonho antes), ela estava de costas para mim, o que sugere que fizemos sexo anal. Foi muito bom, principalmente quando eu tirei o pano que cobria os seios da moça e cheirei, senti um perfume muito gostoso, e também quando deslizei as mãos pelo seu corpo adiposo. A última coisa que eu me lembro é dela ter se virado para a direita, quando pude ver mais uma vez seus seios. O sonho terminou em seguida. Apesar da transa ter sido interrompida pelo fim do sonho, fiquei mais tempo trepando com ela do que com o Fernando Alonso.

O post gay de hoje termina aqui! Tchauzinho!


O navio que andava sobre trilhos

13 de novembro de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 21 de outubro, um dia antes do último sonho contado neste blog.

Sonhei que eu viajava junto com várias outras pessoas através de uma espécie de trem que tinha tipo um convés, como se fosse um navio. Era tipo um navio que andava sobre trilhos e que tinha algumas de suas paredes sendo transparentes. E os trilhos ficavam suspensos no ar, não sei se ficavam flutuando ou eram escorados por vigas, pois não vi os trilhos. E enquanto o trem esquisito andava, dava para se ver as paisagens vistas de cima e as pessoas fazendo coisas esdrúxulas no meio da rua, como uma mulher com aparência cavernícola que cozinhava não sei o que em um caldeirão tipo aqueles usado por bruxas dos contos de fadas.

Durante a viagem, cheguei a conversar com algumas das pessoas que viajavam junto comigo. Lembro-me que estávamos conversando sobre sites da Internet. Fiz inclusive um comentário em relação ao Orkut que é a mais pura verdade. Eu comentei algo como: “Comparar o Orkut de antigamente com o Orkut atual é como comparar uma praça bem cuidada e sem nada com uma praça detonada que tem uma máquina de café expresso”. Um passageiro comentou comigo que era esquisito o Orkut ser o mais popular no Brasil enquanto o Facebook era o mais popular no resto do mundo (se bem que, na vida real, o Facebook já é mais popular que o Orkut no Brasil) e eu comentei que nem sempre o que é o mais popular no mundo é o mais popular em um determinado país, e citei o Baidu, um site de buscas chinês, que era o mais popular da China, enquanto o Google era o mais popular site de buscas no mundo (e isso de fato é verdade no mundo real).

Em outra parte do sonho que eu acho que veio antes dessas, lembro-me de ter andado pelo setor de bagagens do veículo. Vi uns potes que continham tinta e imaginei aquilo sendo despejado na cabeça de alguém, tipo aqueles programas estilo Passa ou Repassa. Tinha também umas caixas de madeira. Também cheguei a ver outros setores daquele enorme veículo.

Basicamente, o sonho foi isso. Até o próximo post!


Urinando no lugar errado

29 de outubro de 2011

Hoje eu irei contar o sonho que eu tive no dia 22 desse mês. Sonhei que eu trabalhava no meu local onde trabalho atualmente na vida real, trabalhando normalmente, como um dia qualquer.

Para quem ainda não sabe, eu sou programador e trabalho num prédio que fica na Zona Sul da capital paulista.

De hora em hora mais ou menos, o pessoal da portaria do prédio vinha trazer até a empresa coisas gostosas para a gente comer, como porções de linguiça fatiada e batatas fritas. E era tudo de graça, ninguém precisava pagar nada pelas comidas. Apesar disso, quando deu a hora do almoço, fomos todos almoçar em um restaurante não sei onde, pagando normalmente pela comida.

Na empresa, trabalhava a Patrícia dos Reis, da equipe do Galo Frito, aquela que aparece nos vídeos da série de vídeos Paty que te Pariu, disponíveis para visualização no Youtube.

Em um dado momento que a gente estava comendo (estávamos quase terminando), eu estava com muita vontade de urinar. Havia segurado por bastante tempo o xixi, enquanto eu comia junto com o pessoal. Aí eu resolvi urinar, pois estava apertado. Eu ia urinar na privada, mas eu estava tão distraído naquele momento e tão preocupado em me aliviar que acabei mijando em um dos recipientes onde havia comida (e tinha bem pouca comida, estava quase acabando), e fiz isso na frente de todos, para o espanto dos mesmos, que pararam de comer na mesma hora. Só depois de mijar é que eu me toquei do que eu havia feito, mas fiz como se nada tivesse acontecido. Não sem antes recolher com a mão os restos de comida que estavam boiando no mijo (o que eu fiz com os restos eu não sei, só sei que não os comi).

De toda a comida que a gente estava comendo, havia sobrado uma porção praticamente inteira de linguiça fatiada, um pote grande cheio de linguiças fatiadas, que estava ao lado do pote onde urinei e que deve ter sido (ou não, pois não tenho certeza) atingido por respingos do mijo.

Depois de algum tempo que urinei naquele pote de comida quase vazio, peguei aquela porção de linguiças e comecei a comer. As linguiças não estavam cheirando a mijo e nem estavam com gosto de mijo (que nem sei que gosto tem exatamente, pois nunca bebi mijo). Creio que não estavam contaminadas.

Depois de ter comido uma certa quantidade de linguiças, ofereci a porção à Paty do Galo Frito, acreditando que o pessoal já havia esquecido daquela mijada que eu dei. Ela, com todo o seu jeito de Paty do Galo Frito, fez cara de nojo e ainda zombou das linguiças, insinuando que as mesmas estariam mijadas. Ainda assim, a Patrícia chegou a pegar uma das linguiças e a lambeu. No momento seguinte à lambida, um colega meu disse que já havia pedido para o pessoal lá da portaria fatiar mais uma porção para eles comerem.

Durante todo o sonho, meu braço direito, mais ou menos na altura do pulso, possuía um buraco, como se o mesmo estivesse quebrado como se fosse uma barra de chocolate oca. E o buraco chegou a aumentar de tamanho durante o sonho. O mesmo chegou a doer um pouco em alguns momentos. No final do sonho, depois dessa parte em que eu mijei no pode de comida, fui ao médico para tratar daquilo. O sonho acabou um pouco depois disso, acredito eu.

No sonho, houve também outras partes menos importantes, como uma onde eu assistia num telão um programa sobre a seleção brasileira de futebol e outras partes nas quais eu não me lembro. O mais importante foi isso que eu escrevi. E o post de hoje termina aqui. Até o próximo post!


Allan, o viajante do tempo

17 de setembro de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no último dia 15. Sonhei que voltei vários anos no tempo, acredito que uns dez anos, pelo menos, talvez vinte. Entretanto, há uns furos neste sonho, nessa parte de ter voltado no tempo, pois ouvi conversas relativas a acontecimentos recentes que ocorreram na vida real, como a vitória da angolana no concurso de Miss Universo.

Foi assim: não sei como eu voltei vários anos no tempo e fui parar em frente a uma antiga loja de alguma coisa que eu não me lembro o que era, acho que era um lugar que vendia luminárias ou aparelhos elétricos. Mas a loja não tinha cara de loja, parecia ser um misto de casa e loja, mais para casa do que para loja, e era um lugar muito bonito, com paredes bastante coloridas. Havia ainda sofás onde as pessoas se sentavam. E foi de uma mulher que estava sentada em um desses sofás que eu ouvi um comentário acerca do concurso de Miss Universo desse ano, acerca da vitória da angolana (pode ser que a que fez tal comentário também tenha vindo do futuro, mas não há nenhuma indicação no sonho que isso seja verdade).

Depois de ir parar em frente à loja não sei como, eu entrei e falei não sei o quê com o dono da mesma, acho que iniciamos uma conversa. Aí ele me apresentou a loja, as coisas que haviam lá, que eram umas luminárias, um videogame antigo (que era novo, pois eu estava no passado) e outras tranqueiras elétricas.

Acredito que eu saí de lá sem comprar nada, mas me lembro que, antes de sair, eu elogiei a loja para o dono da mesma e fiquei com um sentimento de pena pelo lugar não mais existir no futuro de onde eu vinha.

Em uma outra parte do sonho que veio depois, eu estava junto com uns jovens numa outra casa que não tinha nada a ver com a primeira casa (a loja). Jovens que eu digo seriam pessoas de vinte anos para baixo, mas não crianças. Não me lembro com detalhes dessa casa, a não ser do fato da mesma ter um quarto com uma cama onde eu cheguei a me deitar e de uma escada que dava à parte de cima, onde não me lembro de ter subido. Essa parte do sonho também ocorreu no passado.

Caso alguém sorrisse para uma das jovens que ali haviam (uma em específico, não qualquer uma delas, e não era qualquer sorriso que valia, tinha que ser um sorriso bem aberto), a mesma fazia não sei o que, acredito que uma travessura com quem sorriu. Ou a jovem ia beijar quem sorriu, ou algo assim. Vi alguns jovens sorrindo para a mocinha, que era uma adolescente bonita, de pele rosada. E a mesma fazia algo maroto, digamos assim (que acredito que eu nem tenha descoberto o que era), com os jovens sorridentes.

Tomei a iniciativa de sorrir para a jovem. Dei um sorriso bem aberto para a mesma. Mas acabei ficando com vergonha no instante seguinte e corri para o quarto, me deitando rapidamente na cama. A mocinha acabou por desistir do que ia fazer comigo, assim que adentrei o quarto. Mas, instantes depois, uma outra jovem, que tinha cabelos compridos e pretos (a da travessura tinha cabelos um pouco mais curtos e de uma cor diferente, mais para ruiva), com o auxílio de uma colher, jogou areia em mim, sujando inclusive a cama. Acredito que isso era o que a adolescente da pele rosada iria fazer comigo caso eu não tivesse fugido, ou algo pior, sei lá. Nunca irei saber o que a bonitinha iria fazer comigo, já que eu fugi dela. Ah, sim, o sonho acabou um pouco depois disso.

Um outro furo desse sonho é o fato de eu não me lembrar de nada daquilo que eu estava vendo. Se teoricamente eu deveria me lembrar das coisas do passado, e eu estava no passado, eu deveria me lembrar de pelo menos alguma coisa daquilo que eu estava vivenciando. Ou não. Pode ser que eu esteja errado e isso não seja um furo, pode ser que eu tenha voltado a um passado que eu não sabia que existia. Sei lá. Bom, por hoje é só, até o próximo post. Ah, como eu queria saber o que aquela garota ia fazer comigo depois que eu sorri para ela!


Corrente de metal valiosíssima e o macaco do Hitler

8 de agosto de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, um sonhado no dia 13 de Julho e outro sonhado no dia 4 de Agosto, na última quinta-feira.

No dia 13 de Julho, sonhei que eu morava numa casa diferente, que tinha paredes de cor laranja e que era bem grande. Essa casa tinha um quintal na parte da frente, um corredor aberto de cada lado (à esquerda e à direita) da área construída (onde ficava a casa propriamente dita) e uma outra área construída ao fundo da casa, como se fosse outra casa. Lembro-me que havia portões de metal nos corredores laterais, e eram tipo portões automáticos com fechadura eletrônica ou algo do tipo.

Em outra parte do sonho que veio depois, fui num lugar onde as pessoas levam objetos de valor para que estes sejam penhorados (o nome certo do lugar eu não sei) a fim de penhorar uma corrente de metal curta que, aparentemente, não valia nada. Lá, havia a mulher que fazia as avaliações dos objetos a serem penhorados a fim de dizer quando valem os mesmos. Quando falei com ela e lhe mostrei a corrente, esta, usando uma lupa para ver o objeto melhor, me disse, em tom de espanto, que aquele era um objeto raro, muito raro, e que possuía um valor muito alto. Perguntei qual era o valor no qual a corrente estava avaliada e a velha (a mulher era uma velha) me disse que a corrente valia 15 milhões de reais. Depois, eu devo ter penhorado o coiso (e pego a bolada de dinheiro, acredito eu), entretanto eu não tenho certeza se fiz realmente isso (minha intenção era mesmo de fazer isso), pois o sonho terminou praticamente em seguida.

No dia 4 de Agosto, sonhei que assisti a um filme antigo e que era baseado em fatos reais (apesar de que esses “fatos reais” só existiam no sonho). Ou melhor, assisti a um pequeno pedaço do filme (ou só me lembro desse pedaço, sei lá) no qual pessoas que estavam em algum lugar público começaram a, literalmente, perder suas cabeças. As cabeças das pessoas explodiam e, em seguida, uma cabeça de algum animal qualquer aparecia no lugar de cada cabeça explodida de cada pessoa. E as cabeças eram explodidas a mando de Adolf Hitler, o führer alemão da Segunda Guerra Mundial. Os efeitos especiais usados no filme (em particular, o das cabeças explodindo) eram bem porcos, típicos de filmes dos anos 50 (e o filme devia ser mesmo dessa época). Apesar disso, a cena das cabeças explodindo era bem perturbadora, pois sangue em grande quantidade pulava a cada explosão encefálica.

Em outra parte deste mesmo sonho, havia um gorila que era chamado de “macaco do Hitler”, que estava preso numa prisão meio esquisita, com ares futuristas, inclusive com fechadura eletrônica na porta. Me parece que aquele gorila era resultado de uma experiência macabra feita a mando de Adolf Hitler, e foi feita com um homem que teve sua cabeça explodida na vida real (na vida real do sonho, não na vida real de verdade) e que, no lugar da original, cresceu uma cabeça de gorila e depois o homem se transformou em um gorila. No filme anteriormente citado, lembro que uma das primeiras pessoas que tiveram a cabeça detonada era um homem que, após a detonação, teve uma cabeça de gorila crescida no lugar da original. O que foi feito com o macaco do Hitler eu não me lembro, mas me lembro de eu ter tido a ideia de pegar o gorila e introduzi-lo em seu habitat natural, como se o mesmo fosse um gorila desde o nascimento (talvez a minha ideia tenha sido aproveitada).

O sonho teve outras partes (uma que eu me lembro muito vagamente era de uma madeira sendo martelada), mas as que eu me lembro de fato são essas duas.

Até o próximo sonho, e espero não sonhar com os tão falados pôneis malditos!


Um ET azul e bonzinho veio me visitar

24 de julho de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, um sonhado no dia 10 de Julho e outro sonhado no dia 20 do mesmo mês.

No sonho do dia 10, eu estava na rua junto alguns conhecidos meus (que só deviam existir no sonho) segurando um antigo carro de brinquedo que eu tinha na vida real quando eu era criança no qual eu chamava de Turboman. Eu observava as pessoas e os carros na rua, quando apareceu uma menina que devia ter uns 6 anos. Essa menina me pediu o carrinho para ela. Resolvi dar o coiso para ela e esta ficou muito feliz. Depois de dar o Turboman, sorri para ela e fiz sinal de joia, com o dedo polegar para cima. Só isso que eu me lembro deste sonho.

No sonho do dia 20 de Julho, um ET veio fazer uma visita a mim e a meus familiares. Era um ET bonzinho (ao contrário de uns que queriam me matar em outros sonhos que tive) que falava português perfeitamente, como se morasse no Brasil.

Além de fazer uma visita, o ET levou eu e meus familiares até o planeta dele, no qual era minúsculo. O planeta dele devia ter o tamanho de um asteroide, era bem pequeno mesmo, e o ambiente, as paisagens daquele planeta, eram bem simplórios, ainda mais que devia estar de noite quando eu estive lá. Lembro-me que havia um piso cinza que ficava suspenso no ar, onde eu cheguei a ficar na companhia do ET.

Tudo ia bem, quando, num determinado momento, eu comecei a duvidar que ele fosse um ET, apesar dele ter aparência bastante diferente de um ser humano (ele era baixinho e azul). Quando ele me perguntou por que eu estava duvidando dele ser um ET, eu respondi a ele que o mesmo não tinha nenhum sotaque. Depois dessa parte, lembro-me de ter voltado à Terra e ter visto o minúsculo planeta do coiso pela janela da nave, que nem lembro como era.

Numa outra parte desse mesmo sonho, ocorrida após a minha ida ao planeta do ET azul, eu estava na minha casa em Praia Grande (onde atualmente, só passo alguns fins de semana, visto que fico mais em São Paulo), quando começou a chover e a infiltrar água da chuva dentro de casa, por todos os cômodos, molhando tudo o que havia dentro. Ou melhor, molhando quase tudo, pois conseguimos evitar que algumas coisas fossem molhadas. Além de estar chovendo dentro de casa, as lâmpadas, que eram daquelas incandescentes que emitem luz amarela (ao contrário das da casa na vida real, que são fluorescentes), não iluminavam direito. O sonho acabou nessa parte aí, pois depois eu acordei para ir trabalhar.

Eu ia contar hoje o sonho do dia 13 de Julho, mas o post acabou ficando comprido demais e resolvi deixar este sonho para um post futuro. E por hoje é só. Até daqui a provavelmente duas semanas, quando provavelmente sairá o próximo post.


A continuação da Bíblia

10 de julho de 2011

Hoje eu irei relatar um sonho que tive na segunda metade do mês passado, não me lembro o dia certo. Foi um sonho de proporções bíblicas, digamos assim.

Sonhei que eu estava numa época no futuro, em que a Bíblia, depois de muitos e muitos anos, voltava a ganhar novos capítulos, com a inclusão de, digamos, um Novíssimo Testamento. E eu vivenciava os acontecimentos que eram relatados nos novos capítulos da Bíblia.

Nesse Novíssimo Testamento (que não era chamado assim no sonho, mas vou me referir a essa nova parte da Bíblia que eu sonhei dessa maneira), foram feitas revelações bombásticas acerca do “enredo da história”: a maioria dos personagens bíblicos, sobretudo os mais conhecidos (Jesus, Moisés, Abraão e outros), eram, na verdade, seres extraterrestres vindos de outros planetas que vieram cumprir suas respectivas missões na Terra, e inclusive Deus era um ET e não um deus de verdade. Deus (o Jeová da Bíblia) era um dos mais poderosos extraterrestres e havia criado o planeta Terra. Deus não deu as caras nesse sonho, só os outros ETs.

Não me lembro de todos os ocorridos do sonho, mas basicamente o planeta Terra era invadido várias vezes por naves alienígenas contendo alguns patriarcas bíblicos ainda vivos, além de outros ETs, e esses ETs faziam revelações à humanidade (a mais bombástica de todas foi a de que Deus era um ET), além de demonstrarem ser uma raça superior à nossa, com inúmeros conhecimentos nunca antes descobertos pela raça humana.

O final do sonho foi basicamente o anúncio do que seria uma versão alternativa do Apocalipse que conta no Novo Testamento da vida real: as naves alienígenas deixaram todas o planeta Terra, retornando ao seu planeta de origem. No momento da partida destas, um senhor barbudo trajando umas túnicas meio esquisitas (um novo personagem bíblico do Novíssimo Testamento) gritou, olhando os discos voadores partindo: “Que estes discos voadores retornem cheios de ETs!” ou algo assim. Segundo os novíssimos textos bíblicos do sonho, ao retornarem, os extraterrestres dariam início ao que seria o Juízo Final.

Este é mais um sonho no qual extraterrestres com aparência humana invadem o planeta Terra. Mas desta vez, os ETs não eram maus (acredito eu), ao contrário das três etéias que se fizeram passar por minhas amigas, mas que na verdade queriam me matar, mas acabaram sendo descobertas por mim e fugiram (esse foi o primeiro sonho postado neste blog, ainda na época que o blog estava hospedado no Blig, em agosto de 2003, sonho este sonhado em 1999) e dos que tentaram me matar com revólveres, mas tinham péssima pontaria e acabaram sendo mortos por mim com um guarda-chuva (sonhado em outubro de 2009 e postado em novembro do mesmo ano). Sem contar a chuva de bebês ETs no quintal de casa, que foram recolhidos por mim e por algumas garotas (que vai saber se não eram ETs também, elas eram muito suspeitas, ainda mais que moravam em um disco voador semelhante ao que jogou os baby-aliens), se bem que esses bebês ETs não tinham feições humanas, apesar de serem humanoides.

Este post se encerra aqui, até o próximo post, leitores deste blog!


Menina de 13 anos assassinada, diretor que acha que eu sou uma vergonha e cachorra tetuda

26 de maio de 2011

Hoje eu vou contar um sonho que tive no dia 28/04/2011. Ou dois, se considerar que eu dormi de novo após eu ter acordado depois do sonho e então continuei sonhando.

O sonho teve algumas partes distintas que não possuem conexão direta com as demais. Não me lembro a ordem exata das partes, entretanto, sei que determinadas partes vieram após outras, ou em seguida.

A primeira parte que eu me lembro é a parte onde eu estou em um shopping, em São Paulo, não sei que shopping era aquele, mas sei que ficava em São Paulo. Apesar disso, havia uma TV onde passava o Jornal da Tribuna, que é o telejornal local que é transmitido pela TV Tribuna, afiliada da Rede Globo na Baixada Santista. E era a Vanessa Machado quem estava apresentando o telejornal.

Naquela parte do shopping onde eu estava, havia uma loja onde vendiam produtos da série Glee, que, assim como o caviar, nunca vi nem comi, só ouço falar. Não sei exatamente que produtos eram vendidos naquela parte do shopping, mas acho que eram roupas.

Em outra parte do sonho, ocorreu um assassinato: uma menina de treze anos, que estava em um automóvel vermelho junto com seus pais, foi baleada por um criminoso que, não sei porque, deu um tiro contra os vidros dianteiros do carro no momento que este chegava em casa (talvez o criminoso fosse um assaltante). O tiro matou a menina na hora. E eu presenciei o assassinato, pois eu estava quase em frente ao carro, um pouco à esquerda. Apesar disso, não vi quem matou a jovem, pois o bandido estava atrás de mim.

A menina, que não sei o nome, viajava no banco dianteiro do carro. O carro onde ela viajava possuía três bancos dianteiros: o do motorista, o do meio e o da direita. A menina estava no banco do meio, com seus pais em cada um dos outros dois bancos.

Essa menina trazia consigo chocolates que ela mesma havia feito. Após a menina ser baleada, não sei quem (acho que o pai da menina) me pediu para entrar na casa e deixar os chocolates que ela havia feito em não sei que lugar, enquanto isso, acho que iam cuidar de mandar a menina para o necrotério ou algo assim. Peguei os chocolates e adentrei a casa. Pensei em não comer nenhum dos chocolates, em respeito à falecida, mas acabei não resistindo e comi um deles, um pequeno quadradinho dos vários que haviam. Era um chocolate branco que, dentro dele, havia um outro chocolate, que era normal (marrom), e o chocolate era muito gostoso.

Numa outra parte que eu acho que veio após essa, fui, junto com outras pessoas, o túmulo da menina que foi assassinada. Ela foi sepultada numa tumba que tinha formato de um cubo e que ficava ao lado de uma outra tumba igual a aquela, onde estava enterrado um tal de Gregor, que não sei quem era. Lembro-me que o pessoal que estava visitando o túmulo fazia homenagens tanto à menina que morreu quanto a esse Gregor.

Em outra parte do sonho, ex-colegas dos tempos da faculdade, dentre eles a Luana Carminatti, me acordaram enquanto eu estava dormindo e eu, sonolento, me levantei. Detalhe: no sonho, a minha cama não ficava no meu quarto, ela ficava num cômodo vazio que ficava num prédio não sei onde, onde funcionava não sei o que, acho que era uma faculdade. Depois, conversei com os ex-colegas e até brinquei com eles. Lembro-me deles terem feito uma brincadeira na qual eu tinha que pegar uma figurinha dentre as que estavam voando e, se eu pegasse a figurinha certa, eu ganhava, e se eu pegasse a errada, eu perdia, e havia cerca de 100 figurinhas voando, 50 certas e 50 erradas aproximadamente. Eu peguei uma errada e eles brincaram comigo dizendo que eu ia ser preso e aí eu fingi que estava sendo preso.

Posteriormente, o diretor da faculdade onde estudei me chamou não sei aonde, num outro cômodo daquele mesmo prédio, e me deu um sermão, dizendo que era vergonhoso eu ser acordado, falar coisas ininteligíveis no momento que eu estava sendo acordado (eu estava sonolento na hora que acordei) e estar de pijama branco encardido (e eu nem uso pijama na vida real, faz anos que deixei de usar pijama para dormir). Em seguida, fui levado para um outro lugar daquele prédio, uma espécie de área de lazer onde havia pessoas nadando e fazendo outras coisas, um lugar enorme. Lá, o diretor continuou dando um sermão em mim, dizendo que eu era uma vergonha. Posteriormente, retornou comigo à sua sala, onde estávamos antes de ir à área de lazer. Após ele terminar de falar comigo, caminhei para fora da sala e peguei uma bisnaga daquelas de óleo de máquina e que estava em cima de uma bancada de madeira. O diretor me mandou deixar a bisnaga onde estava, pois eu não ia tomar nenhuma injeção. Pus a bisnaga onde estava e fui embora, ignorando tudo o que o diretor havia me falado. Desci para o térreo (acho que foi pelas escadas, mas não tenho certeza) e, cerca de três minutos depois, andando a pé, cheguei em um restaurante localizado na Avenida Domingos de Moraes, nas proximidades da estação Santa Cruz do Metrô de São Paulo. Pedi um pacote de batata Ruffles (ou um similar de outra marca) e comi as batatas. Neste momento, lembrei que aquela era a segunda vez que eu comia batata Ruffles recentemente. A primeira vez foi nesse mesmo sonho, numa parte que não me lembro mais.

Na última parte do sonho, eu estava não sei em que lugar, era um lugar parecido (mas não idêntico) à antiga escola onde eu cursei o ensino médio, era um lugar com paredes cinza onde havia algumas pessoas passando. Em um dado momento, eu estava falando com uma mulher quando eu vi dois cachorros brancos, um era pequeno e a outra, uma fêmea, era maior. O pequeno ficou sentado um pouco distante de mim. Já a cadela se aproximou de mim e pude vê-la mais de perto. Era uma poodle velhinha e que possuía várias tetas, devia ter pelo menos umas vinte tetas. Não sei por que eu comecei a ficar emocionado com aquela cachorrinha e lamentei não ter conhecido tal cachorrinha quando esta era mais nova e nem ter convivido com a mesma durante sua vida. O sonho terminou logo em seguida.

Apesar de eu ter me emocionado nessa última parte do sonho, não acordei chorando e nem triste.

Como eu escrevi no início deste post, eu cheguei a acordar no meio do sonho e depois eu voltei a dormir, e então eu continuei sonhando. Entretanto, não me lembro ao certo quais partes foram sonhadas antes de eu acordar e dormir de novo e quais foram sonhadas depois disso. Ainda assim, tenho quase certeza de que a parte do túmulo da menina assassinada foi a última parte antes de eu acordar e depois voltar a dormir. A parte do assassinato da menina e a do shopping também ocorreram antes de eu acordar e voltar a dormir.

Como eu previa, esse relato de sonho ficou bem longo. E, como ele já acabou, vou encerrando o post de hoje por aqui.


Lápis vudu e privada explosiva

12 de maio de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 12 de Abril desse ano, a um mês atrás. Sonhei que eu, a Mara e outros ex-colegas de escola da época do terceiro colegial estávamos novamente estudando numa sala de aula e, assim como era na vida real, em 2002 e 2003, eu sentava à esquerda da Mara.

Não tenho certeza se, no sonho, eu tinha a idade que eu tinha na época que eu estudava na escola (17 anos) ou se eu já tinha a idade que eu tenho hoje (25 anos), mas a Mara aparentava estar mais nova.

Ao contrário de todos os outros alunos, eu usava para escrever em meu caderno um lápis muito esquisito, um lápis gigante que parecia ser feito de espuma e era uma espécie de lápis vudu: toda vez que eu segurava no lápis ou o tocava com a ponta deste no caderno para escrever, a Mara sentia como se eu tivesse lhe tocado em um dos seios, não sei qual deles, pois ela não me falou, mas ela se sentia muito incomodada toda vez que eu usava o lápis gigante, apesar dela não falar isso diretamente a mim. E, toda vez que a ponta do artefato de escrita vudu era tocado, seja com a minha mão ou na hora que eu ia escrever, a Mara sentia como se lhe estivessem tocado em seu mamilo.

Não sei que aula eu estava tendo e nem lembro que matéria eu estava copiando, mas me lembro que havia intervalos entre as aulas, onde eu e outros colegas ficávamos andando numas salas meio diferentes, me lembro muito pouco dessas salas e o que havia nelas. No sonho, a escola onde eu estudava era diferente de qualquer lugar onde eu já estudei na vida real, ainda que a sala onde eu estudava tivesse uma leve semelhança com uma das salas da FATEC de Praia Grande, ainda que a sala não fosse igual.

Houve vários desses intervalos e, no último deles, a Mara começou a reclamar de dores intensas em seu seio. Fui ver o meu lápis vudu e ele estava com um pedaço faltando, com uma abertura de uma extremidade a outra, dando para ver o grafite. Vi também que parte do grafite de dentro do lápis estava faltando. Até o final da aula, tomei muito cuidado para não tocar no interior do lápis, no grafite que estava exposto, pois a Mara muito provavelmente iria sentir dores mais intensas ainda em sua mama.

Depois dessa parte do sonho, ouve uma outra parte que não tem nada a ver com a primeira. Nela, uma mulher maluca de cabelos compridos que eu não sei quem é resolveu pregar uma peça nela própria, e ainda registrou o ocorrido em vídeo, no qual eu assisti num telão pelo menos umas duas vezes (depois disso, o sonho acabou). Só faltou a mulher botar o bagulho no Youtube.

O que a mulher fez foi o seguinte: ela instalou um vaso sanitário na carroceria de um caminhão, instalou também um biombo azul no qual estava o vaso e uma câmera que filmava o biombo. Além disso, ela colocou uma bomba (de explodir, não de bombear) dentro da privada e sentou na mesma, a fim de fazer suas necessidades. Então, quando o caminhão estava no meio da estrada, a bomba explodiu, lançando a mulher com as calças arriadas no meio da estrada. Foi uma cena hilária, ainda que eu não tenha rido na hora que vi aquilo (estou rindo agora, na hora que estou escrevendo isso). Ai, que mulher idiota!

Bom, esse post termina aqui, até a próxima postagem!


Demitido porque queria comprar casa

29 de abril de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que eu tive no dia 02/03/2011. Sonhei que era possível trocar brinquedos velhos por kits para montar casas em miniatura. Havia dois tipos de brinquedos antigos que podiam ser trocados por kits de montar casinhas, que eram basicamente dois tipos de jogos de montar. Eu cheguei a trocar alguns jogos de montar velhos por kits de montar casinhas, mas havia uma pessoa que trocou tantos jogos de montar por kits que conseguiu montar uma cidade inteira de brinquedo, e essa cidade de brinquedo ocupou todo um corredor de um lugar que não me lembro direito, mas era um lugar bem espaçoso, bem espaçoso mesmo. Entretanto, a cidade de brinquedo ficou montada por apenas um dia, no dia seguinte, aquela enorme cidade de brinquedo já havia sido desmontada. E o sonho foi basicamente isso.

Como esse sonho foi curto e mixo, irei contar outro, também curto e também mixo. Sonhei que meu colega de trabalho, o Sérgio, me disse que estava pretendendo comprar uma casa, depois ele resolveu contar isso para o chefe. Só que, não sei por que, o chefe decidiu por demitir o Sérgio, gerando indignação do mesmo, que gritava à vontade. Fiquei chocado pelo motivo banal da demissão do meu colega de trabalho, chocado e com medo de ser demitido também, pois eu também pretendia (e pretendo na vida real) comprar uma casa. Além dessa parte, também teve outras, nas quais eu só me lembro de mais uma além da que o Sérgio foi demitido, na qual eu adentrei uma casa na qual a iluminação era uma bosta (não havia lâmpadas nos cômodos) e, algum tempo depois, após intensa chuva, começou a chover também dentro dela devido à lage ter se deteriorado e ficado porosa. Parece que, naquela casa, funcionava um centro espírita. E o segundo sonho curto e mixo foi só isso, ou melhor, foi só isso a parte que eu me lembro dele.

Até o próximo post, e espero postar sonhos não mixos da próxima vez.


Sonho onde eu tive outros dois sonhos, e com as duas Redes Globo

15 de abril de 2011

No dia 19/03/2011, tive um sonho no qual, dentro deste, eu tive outros dois sonhos, ambos praticamente iguais, inclusive. O sonho foi basicamente isso: Eu tive um sonho onde eu estava voando de helicóptero (irei contar este sonho com mais detalhes em seguida) e, após eu acordar, eu o escrevi no documento de texto onde escrevo os meus sonhos antes de publicá-los neste blog. Posteriormente, eu tive esse mesmo sonho, só que com alguns detalhes diferentes. Ao acordar, eu percebi que aquele sonho já havia sido escrito. Não me lembro se, no sonho, eu cheguei a publicar o sonho que tive do helicóptero no blog ou se apenas escrevi no documento de texto. O sonho também deve ter tido outras partes nas quais eu não me lembro.

Na vida real, os sonhos que são publicados aqui neste blog são escritos primeiro num documento de texto (onde constam todos os posts do blog desde que este foi inaugurado, em 2003, ainda no antigo endereço do Blig) e só depois o texto é postado no blog. No momento que eu escrevo isto, o documento de texto, chamado Blog.odt, possui 167 páginas, escritas em fonte Arial com tamanho 12.

Voltando ao sonho no qual eu tive outros dois sonhos, o sonho interno que eu tive foi assim: existiam duas Redes Globo, uma do bem e a outra do mal. Fui convidado pela Rede Globo do bem (que era chamada apenas de Rede Globo, assim como sua versão maligna) para ir não sei onde de helicóptero, acho que era para fazer uma reportagem. Aí eu voei de helicóptero, junto com algumas pessoas que eram da Globo, viajei do lado do piloto, que usava uma roupa azul meio esquisita, que parecia um tipo de roupa militar. O piloto estava à minha esquerda e, à minha direita, havia uns repórteres.

Vários minutos de viagem depois, o helicóptero pousou próximo a uns prédios. Depois de eu desembarcar, cumprimentei alguns famosos, como a Sandy e a Daniele Suzuki (havia outros além delas). Aí a gente foi fazer não sei o quê (acho que era a reportagem) e, de repente, chegou o pessoal da Rede Globo do mal. Não sei quem falou: “Oh não, é a Rede Globo!” ou algo assim. Então, os caras da Globo do mal nos dominaram, apontando armas para a gente. Um inclusive encostou uma arma na minha cara, me perguntando se eu tinha visto não sei o quê. Não cheguei a responder a pergunta, pois os caras resolveram ir embora. Acredito que eles queriam saber se eu e o pessoal da Rede Globo do bem tínhamos visto algo que eles não quisessem que a gente saiba. E o sonho dentro do sonho foi basicamente isso.

O segundo sonho interno que eu tive foi basicamente a mesma coisa que o primeiro, com alguns detalhes diferentes. Por exemplo, no segundo sonho, me lembro de ter acidentalmente posto os pés sobre o painel com os controles do helicóptero nos quais o piloto pilotava o mesmo, atrapalhando-o por um instante. Além disso, os atores globais que me receberam após o helicóptero pousar eram outros. Por fim, a arma encostada na minha cara era diferente, era uma arma alienígena que mais parecia um barbeador, e, após o cara que encostou a arma na minha cara ter ido espontaneamente embora, um homem da Rede Globo do bem que mais parecia o ator australiano John Howard me perguntou, falando baixo para o pessoal da emissora de TV global maligna não ouvir: “Você viu?” e, segundos depois, respondi rapidamente, mesmo sem eu saber do que o homem estava se referindo: “Vi!” e, instantes depois, o segundo sonho dentro do sonho acabou.

Até o próximo post, daqui a duas semanas!


O metrô-frigorífico

4 de abril de 2011

Hoje eu irei contar o sonho que eu tive no dia 17/02/2011. Sonhei que eu fui ao Metrô, creio que na estação Paraíso (que fica num bairro de mesmo nome na capital paulista) ou outra estação da linha verde e esta era bem diferente de uma estação de Metrô convencional. Para começar, não havia vagões, e sim escadas rolantes que funcionavam como câmaras frigoríficas, ou seja, para uma pessoa embarcar, ela tinha que ir até essa escada rolante e aguentar o maior frio (e eu também tive que aguentar o frio da escada rolante, pois eu acabei embarcando neste metrô esquisito).

Havia algumas pessoas meio estranhas dentro do metrô-frigorífico, inclusive um cara todo sujo de tinta branca dessas de corrigir texto escrito a caneta. Também havia uma garota que me chamou a atenção não sei por qual motivo.

De repente, quando eu já estava sentindo o maior frio naquela escada rolante, mesmo eu não tendo saído ainda da estação, os auto-falantes daquele meio de transporte sinistro anunciaram que aquela estação de metrô iria ser demolida. Os auto-falantes falaram algo do tipo: “Atenção! Esta estação será demolida!” e todos os que ali estavam tiveram que deixar o local, evacuando a estação.

No dia seguinte, retornei a aquela estação de Metrô e vi que a entrada desta havia sido fechada com blocos de concreto. Acho que eu fiquei andando pelo local por algum tempo. Acho que eu cheguei a retornar à estação outras vezes, sempre encontrando a mesma da mesma forma, ou seja, fechada com os blocos de concreto.

Posteriormente, retornei a minha casa (que, no sonho, tinha apenas um cômodo e ficava num prédio, ou seja, era, na verdade, um apartamento) e lá eu fiquei andando e pensando na vida. Depois de algum tempo, percebi que esse apartamento ficava no mesmo prédio onde ficava a estação de Metrô que iria ser demolida.

Depois dessa parte, lembro-me de ter retornado à estação e de vê-la novamente aberta (ou seja, esta acabou não sendo demolida como foi anunciado pelos auto-falantes), inclusive com vários enfeites de Natal vermelhos enfeitando o local, uma decoração muito bonita. Nessa parte, eu acabei percebendo que eu estava sonhando e tentei acordar (tenho a péssima mania de tentar acordar ao saber que estou sonhando), mas acabei sendo teletransportado até a minha casa, que era diferente da casa de um cômodo só que eu havia estado, mas que também não era a minha casa da vida real. Lá, também havia vários enfeites de Natal, mas de cores diferentes aos enfeites da estação de Metrô. E eu acabei acreditando mesmo que havia acordado do sonho. Mas eu acordei de fato algum tempo depois.

Até a próxima postada minha neste blog!


Sonho romântico com a Mara

21 de março de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que tive no dia 15/03/2011.

Sonhei que eu e a Mara estudávamos na mesma faculdade, não sei que faculdade era, nem sei que curso em que eu e ela estávamos e se cursávamos o mesmo curso. Estudávamos em salas diferentes e, ocasionalmente, nós nos encontrávamos no “quintal” que ficava na parte da frente do campus.

Na vida real, eu e a Mara estudamos na mesma classe no segundo e terceiro colegiais, mas fizemos faculdade em instituições e cursos diferentes.

Próximo à faculdade, havia um shopping que, em parte, era semelhante ao Shopping Metrô Santa Cruz, localizado na capital paulista, mas que havia um cinema no térreo. Lembro-me de ter ido naquele shopping a fim de comprar uns filmes em DVD, não sei se cheguei a comprar ou não, mas acho que comprei sim, acho que uns dois ou três filmes. Lembro-me também de ter subido as escadas rolantes daquele shopping e de ter visto o preço de uma caixa de bombons que possuía dois tipos de bombons diferentes, semelhantes ao bombom Sonho de Valsa. O preço estava em cerca de oito reais e alguns centavos, e eu achei aquele valor caro, ainda mais que essa mesma caixa de bombons custava, a alguns dias atrás, cerca de três reais mais barato (quando vi o preço da caixa de chocolates, me veio a lembrança de uma outra vinda ao mesmo shopping, quando vi o preço pela primeira vez).

Não tenho certeza, mas acho que a minha intenção era a de comprar aquela caixa e dar à Mara como um presente romântico. Por falar em Mara, fui com ela nesse mesmo shopping a fim de assistir a um filme no cinema, não sei se foi em uma ida ao shopping posterior a essa que relatei ou se foi a mesma ida. Não sei que filme acabamos por assistir (acho que nem prestei atenção no bagulho), mas a sessão de cinema acabou por ser meio bizarra: O telão do cinema exibia o filme no meio do shopping, não numa sala cheia de bancos como ocorre na vida real, e eu a Mara assistimos o filme em pé, no meio das pessoas que transitavam pelo local, e nem pagamos nada para ver o filme, pois me parece que aquele cinema estava liberando filmes mais antigos, produzidos a alguns anos atrás, gratuitamente em cinemas como aquele, enquanto os filmes atualmente em cartaz eram exibidos em salas comuns.

Para a sessão de cinema ficar ainda mais bizarra, havia, bem no corredor onde estávamos a assistir o filme, um metrô, onde passageiros embarcavam e desembarcavam. E não era a entrada da estação não, eram pessoas embarcando e desembarcando no metrô propriamente dito mesmo, ou seja, havia um trilho de metrô no shopping, onde o metrô passava. E aquele metrô me fazia acabar por não prestar atenção no filme.

Enquanto eu assistia ao tal filme, que eu acho que foi um dos que eu comprei em DVD (ou pensei em comprar), eu ficava andando no corredor, mesmo com muitas pessoas passando por ali. E, não sei por quê, acabei por entrar numa das composições do metrô (acho que a Mara entrou também, mas saiu antes do vagão fechar as portas e começar a andar) e adivinha o que aconteceu! Isso mesmo! As portas do vagão se fecharam, o metrô foi para a próxima estação e eu acabei por deixar a Mara sozinha no shopping vendo o filme! Que romântico isso, né! E, ao chegar na próxima estação, que era uma estação de metrô normal, desembarquei, saí da estação e fui embora para casa, a pé.

Enquanto eu voltava para casa a pé (e já era de noite), avistei ao longe um diabo vermelho que tinha chifres e tudo, e ele andava no sentido contrário que eu estava andando, em minha direção. Um pouco depois, ele se aproximou de mim e falou não sei o quê em inglês comigo e eu não entendi nada. Aí eu respondi para ele: “I don’t speak english! Sorry!” Então, ele prosseguiu andando e eu continuei o trajeto até a minha casa.

Chegando em casa, descobri que o Silvio Santos se casou com a minha avó, e ele estava lá em casa, junto com a velha. Na vida real, a minha avó vive assistindo o Silvio Santos. Em um dado momento, o Silvio Santos pegou o telefone da minha avó (que, na vida real, já foi desativado há um bom tempo, a fim de economizar despesas, já que já havia o telefone da minha mãe) e ligou para o SBT, fazendo um esquema meio doido onde ele apresentava um programa de TV por telefone. E o apresentador falava no telefone deitado no chão, com as pernas abertas. Depois dessa parte, acho que o sonho deve ter acabado.

Mas que sonho romântico esse, né! Fui no cinema com a Mara, mas não comprei a caixa de bombons para dar para ela porque achei o preço muito caro, acabei indo com ela na sessão gratuita e com todo mundo passando na frente e, ainda por cima, deixei a mulher sozinha no meio do filme, “fugindo” de metrô! E para piorar a situação, acabei vendo um diabo na rua! E quem acabou arranjando mulher mesmo foi o Silvio Santos! Ai, caramba! Bom, por hoje é só! Até o próximo post, que provavelmente será tão romântico quanto este aqui!

Observação: Assim como o Silvio Santos, a Mara é compromissada na vida real, e inclusive já tem uma filha.


Sonho de 20 anos atrás e outro mais recente (com Pedrão e Jorginho)

7 de março de 2011

Hoje eu irei contar o que eu lembro de dois sonhos que eu tive, um mais recentemente, no dia 14/02/2011, e outro há pelo menos uns 20 anos atrás, quando eu devia ter 4 ou 5 anos.

O que eu me lembro do sonho mais recente foi uma parte na qual eu, o Pedrão e o Jorginho, que aparecem no programa humorístico Os Caras de Pau (que passava na Rede Globo, aos domingos), estávamos em uma mesa, acho que almoçando. O Pedrão estava sentado à minha direita e o Jorginho estava sentado à direita do Pedrão. Não sei se eram eles ou os humoristas que os interpretam na vida real que estavam lá comigo. Enquanto eu estava comendo, o Pedrão ficava me enchendo o saco, falando não sei o quê. Em um dado momento, eu me enchi e xinguei o Pedrão de filho da puta, além disso, arremessei uma xícara (que eu acho que era de plástico) em direção ao Jorginho, mas que não pegou neste, e sim na mesa, à frente do cara. No momento seguinte, vi que eu havia me excedido e pedi desculpas aos dois. Só essa parte que eu me lembro.

Já o sonho mais antigo eu lembro de uma parte tão pequena quanto esta que contei, e mesmo na época que eu tive esse sonho, eu só me lembrava dessa parte. Basicamente, sonhei que duas crianças de aproximadamente 5 ou 6 anos de idade, um menino e uma menina, estavam trajando roupas pretas e brilhantes, roupas, digamos, “incrementadas”, um tipo de roupa que eu achava lindo na época (e acho até hoje, mas atualmente eu prefiro ver esse tipo de roupa em mulheres adultas). Acho que os dois iriam participar de um programa de TV ou algo assim. A menina (que era muito bonita, era tipo a menina dos meus sonhos na época) estava à esquerda do meu campo de visão e o menino estava à direita, e ambos estavam uma do lado do outro. Então, eu resolvi fazer uma traquinagem com os dois: despejei Coca-Cola na cabeça de ambos, não sei se utilizando uma garrafa ou um balde. Mas os dois, aparentemente, nem ligaram pelo fato de eu tê-los molhado com o refrigerante. Aí eu resolvi fazer perguntas a eles, perguntei inclusive o nome a ambos (nomes que eu não me lembro), e eles responderam como se eu não tivesse feito nada a eles. Acho (não tenho certeza) que eu fiz as perguntas utilizando um microfone. E o sonho foi só isso.

Até a próxima despejada de Coca-Cola na cabeça das crianças! Ou melhor, até o próximo post aqui neste blog!


Torta na minha cara e areia na do traficante

21 de fevereiro de 2011

Hoje eu irei postar dois sonhos, e o primeiro de hoje eu sonhei no dia do aniversário de Praia Grande, 19 de Janeiro de 2011. Sonhei que eu fui até o que parecia ser um supermercado. Lembro-me de ter visto umas caixas de madeira num canto que eram da dupla Victor e Léo. Não me lembro para que serviam aquelas caixas, mas eram tipo um daqueles produtos nos quais o fabricante pagava para botar a cara de um famoso no coiso (tipo bolachas da Turma da Mônica, ou Fanta com a banda Jota Quest no rótulo, ou suco em pó com a foto da Angélica estampada na embalagem). Cada caixa estava custando R$49,50.

Perto de onde estavam as caixas, havia uma prateleira cheia de tortas dessas de dar na cara das pessoas. Não sei quanto custava cada torta. Quando eu passava em frente à prateleira das tortas, algumas pessoas inventaram de, com aquelas tortas, fazer uma guerra de tortas. Na hora que iam me dar uma torta na cara, eu impedi que esta fosse esfregada no meu rosto, pondo a mão sobre o artefato. Então, tirei meus óculos e disse: “Agora, pode!” Daí, levei uma torta na cara.

Meu irmão, que também estava no supermercado, também foi alvejado e reclamou bastante, já eu levei na esportiva o ocorrido. Não sei se cheguei a jogar tortas ou levar outras tortas na cara além da primeira. Creio que deva ter havido outras partes neste sonho, mas só me lembro desta.

No dia 20 de Janeiro, ou seja, um dia após este sonho que contei, sonhei que eu embarquei numa espécie de metrô que, apesar de ser do mesmo formato do metrô tradicional e de estar disposto, como o metrô tradicional, na horizontal, viaja na vertical, podendo trafegar também na horizontal, em diversos trilhos paralelos localizados em túneis escavados sob o subsolo, uns sobre os outros.

Algum tempo de viagem depois, cheguei na minha casa, em Praia Grande, onde, na vida real, passo só alguns fins de semana por lá, já que atualmente, trabalho na capital paulista, onde passo a semana. Em casa, mais precisamente na parte da frente desta, onde fica o Fusca da minha mãe, havia uns traficantes de drogas que haviam sido presos, mas que, por ordem da Polícia (ou de alguma outra autoridade), foram levados para a parte da frente da minha casa a fim destes se divertirem para que não fiquem zangados e, com isso, não incitassem a violência de seus colegas que estão soltos. E os meliantes eram vigiados por policiais para que não fugissem. Não me lembro de ter passado pelo portão (não sei como entrei em casa), mas lembro-me de ter visto um criminoso levando um monte de areia na cara. E é isso que eu me lembro deste sonho ridículo.

Só isso, pessoal, e até o próximo post!


A funcionária misteriosa

4 de fevereiro de 2011

Hoje eu irei contar um sonho que tive no último dia 3 de Fevereiro. Sonhei que trabalhava na empresa onde eu trabalho uma funcionária um tanto quanto misteriosa, e ela era muito bonita.

Era de conhecimento geral dos funcionários de que essa funcionária escondia um segredo sobre ela mesma, mas ninguém, tirando a própria funcionária, sabia desse segredo.

Apesar de nós dois trabalharmos em salas diferentes, a moça, em um determinado momento, me convidou para jantar (ou almoçar, sei lá, mas acho que era jantar) num restaurante, um bem grande e cujas paredes eram cor de rosa. Não tenho certeza, mas essa funcionária misteriosa devia ser dona daquele restaurante, ou algo assim, visto que ela guardava pertences dela naquele local, como uma jaqueta verde com ombreiras que a moça estava trajando e depois tirou ao sentar-se à mesa juntamente a mim (ela deixou a jaqueta em algum lugar que não me lembro direito), além do fato dela ter usado um telefone fixo do local e feito outras coisas alheias às que uma freguesa faria num restaurante que agora não me lembro direito.

Em um dado momento do jantar, ela decidiu revelar seu segredo a mim. Ela retirou sua peruca e mais alguns bagulhos que ela usava e mostrou-me seu segredo: ela, na verdade, era ele. Ou seja, a funcionária misteriosa, na verdade, era um rapaz fantasiado de mulher, um rapaz loiro de cabelos curtos. O rapaz, então, disse seu nome, dizendo algo como “Muito prazer, sou o Ramiro”, com voz de homem (anteriormente, ele falava com voz de mulher). Não tenho certeza se o nome dele era Ramiro, mas creio que o nome dele seja esse mesmo, ou algum nome semelhante.

Em outro dia, já depois de passados alguns dias daquele jantar na qual a funcionária misteriosa revelou seu segredo, a mesma (ou o mesmo) me convidou novamente para ir jantar, no mesmo restaurante. E o Ramiro estava novamente caracterizado de mulher, falando com voz de mulher e usando os mesmos trajes daquele dia, inclusive a jaqueta verde de ombreira. Mesmo sabendo que a bonita moça era, na verdade, um travesti, topei jantar com ela novamente. Desta vez, durante o jantar, ela não revelou nenhum outro segredo, e nem tirou seu disfarce de mulher novamente, no qual eu não faço a mínima ideia do porquê que ela (na verdade, ele) usava.

Nas duas ocasiões que eu e o Ramiro vestido de mulher jantamos, creio que ele deva ter pago a conta minha e dele, pois não me lembro de ter pago nada (o que é bem provável, pois o restaurante, como eu já escrevi, aparentava ser de propriedade do rapaz, que eu acreditava ser uma moça). E o sonho terminou pouco depois.

Ô louco, meu, um traveco no meu ambiente de trabalho! Já pensou se eu invento de paquerar a “mulher” e beijá-la no rosto? E ele estava perfeitamente disfarçado de mulher, pois ele parecia ser mesmo uma mulher, quem via nem fazia ideia de que a funcionária misteriosa pudesse ser um homem fantasiado! Bom, o post de hoje termina aqui! Até o próximo post!

PS: No post anterior a este, eu escrevi, no último parágrafo, “E espero que eu sonhe com uma mulher bem bonita nos próximos dias!”, e de fato, eu acabei sonhando com uma mulher bem bonita, se bem que ela não era bem uma mulher…


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