Os gatos só se ferram nos meus sonhos, parte 2

11 de janeiro de 2010

Feliz 2010 a todos os que leem este blog!

No dia 19 de Julho de 2009, postei aqui neste blog um sonho que tive no qual a Hillary Duff interpretava num filme uma louca que abriu a barriga de uma gata branca com uma faca, que foi a parte 1 da série “os gatos só se ferram nos meus sonhos”.

No primeiro post de 2010, eu irei contar dois sonhos que eu tive em 2009 nos quais os gatos acabaram se ferrando, a parte 2 da série.

No dia 13 de Julho de 2009, sonhei que arrancaram a pata de um gato apenas para gravarem uma cena de uma novela na qual eu fazia parte do elenco. E eu tive que segurar o bichano, que agonizava, com fratura exposta onde ficava a pata decepada, que era a dianteira direita. Que novela era e qual o contexto da cena em questão eu não me lembro (ou não me foi informado). O sonho foi comprido, mas essa é a única parte que eu ainda me lembro.

E no dia seguinte à conquista do título de campeão da Copa do Brasil 2009 pelo Corinthians (não lembro que dia foi), eu tive outro sonho onde os gatos se deram mal (e foram vários gatos dessa vez, e se deram bem mal mesmo), e o sonho teve relação com a conquista do título pelo time do Parque São Jorge. Sonhei que os torcedores desse time, a fim de comemorarem esse título, fizeram malvadezas à beça, principalmente quebra-quebra e vandalismo. Quebraram tudo o que eles viam pela frente, inclusive barracos de madeira e taças de champanhe. As autoridades chegaram a pedir para que os torcedores parassem com o vandalismo.

Mas os corinthianos vândalos não se contentaram apenas em fazer quebra-quebra: eles resolveram pegar gatos que passavam na rua e lhes enfiaram o dedo médio dentro do orifício anal, arrancando miados dolorosos dos bichanos. E fizeram isso com vários gatos, vários mesmo, um monte de gatos foram arrombados pelos corinthianos vândalos. E não enfiaram só a pontinha não, deu para ver que eles atocharam bem fundo o dedo, dois terços do dedo para ser mais exato. Coitados dos gatos! Ainda bem que isso tudo foi só um sonho e espero que os corinthianos da vida real não inventem de comemorar os títulos do time dessa forma!

O sonho foi basicamente isso. Esse foi um sonho sonhado em primeira pessoa, no qual eu fui apenas o espectador, vendo tudo e não interagindo.

Até o próximo post, que ocorrerá provavelmente ainda esse mês!


Lutando contra ETs armados com revólveres

16 de novembro de 2009

Há umas três semanas atrás, tive mais um sonho com ETs, e desta vez, eles queriam me matar, e com revólveres.

O sonho iniciou (ou melhor, acho que devia ter outras partes antes desta nas quais eu não me lembro) quando eu estava a observar um viaduto curvo que ficava logo acima de onde é da casa da minha vizinha (se bem que a casa não estava lá, no sonho, havia um terreno baldio no lugar da casa). Mal dava para ver, de onde eu estava (da minha casa), os carros passando.

Então, pude ver um ônibus de viagem da viação Expresso Brasileiro passando (e este estava mais próximo que os demais carros, por isso eu o consegui ver mais claramente). Estava mais próximo porque o ônibus havia passado reto no viaduto, atravessando-o. Por fim, este andou em linha reta pelo acostamento (que estava suspenso no ar) e, por fim, caiu sobre o terreno vizinho à minha casa, fazendo um barulhão enorme (e eu gritei assustado).

Pouco tempo depois, antes que qualquer equipe de socorro socorresse os mortos e feridos daquele acidente (como se os mortos pudessem ser socorridos), outro ônibus passou reto no viaduto e despencou sobre o terreno (e sobre as ferragens do ônibus da Expresso Brasileiro). Este segundo ônibus que caiu era todo de vidro, era um ônibus bem esquisito. E as pessoas no interior desse ônibus nem estavam apavoradas pelo ônibus estar se acidentando (se bem que eu suspeito que o ônibus caiu de propósito), elas estavam tranquilamente sentadas e pareciam estar hipnotizadas. E o ônibus estava lotado de gente, com mais gente do que um ônibus normal costuma comportar.

Depois desse ônibus de vidro cair no terreno, provavelmente algum outro veículo também caiu da mesma forma, mas eu não me lembro. E ninguém veio socorrer os feridos dos acidentes.

Após essa parte trágica, que não se encaixa direito com o restante do sonho, entrou a parte onde aparecem os ETs, que possuíam feições humanas. Nessa parte do sonho, eles ainda não queriam me matar, mas eles não gostavam de mim. Essa parte foi meio vaga, não me lembro dos detalhes com precisão. Mas me lembro que eles me pressionavam a fazer alguma coisa que eu não queria fazer. Essa parte aconteceu no interior do disco voador deles, mais precisamente na cozinha, onde havia muita comida.

Após isso, lembro-me de eu estar no serviço trabalhando, mas não no trabalho da vida real, e sim num outro trabalho nada a ver, que ficava num iglu cheio de neve. Chegou a hora do almoço e me forneceram um molho de carne que era para comer junto com a comida. Era um molho idêntico ao que eu comi uma vez no almoço na vida real, num restaurante de São Paulo, chamado de molho madeira. Forneceram este mesmo molho de carne aos outros funcionários. Cada funcionário da empresa (que era uma outra empresa e que não tinha nada a ver com a empresa onde eu trabalho na vida real) tinha uma comida diferente para comer no almoço. A minha era uma tapioca meio esquisita.

Na parte seguinte do sonho (isso se não houve alguma outra parte intermediária que eu não me lembre mais, sabe como é, a gente nunca lembra do sonho completo), retornei ao interior do disco voador dos ETs com feições humanas e eles me pressionaram novamente a fazer uma coisa que eu não queria fazer (não sei que coisa que era) e eu só enrolava os aliens. Isso ocorreu ainda na cozinha da nave.

Foi então que eles perderam a paciência e decidiram me matar. Vários deles partiram para cima de mim armados de revólveres e começaram a atirar contra a minha pessoa, errando a pontaria em todas as tentativas de me atingir. Eram vários extraterrestres armados contra apenas eu, que estava munido somente de um guarda-chuva com ponta de metal, idêntico ao guarda-chuva usado aqui em casa para ir até o portão e abri-lo nos dias de chuva, um guarda-chuva bastante velho que só é usado para isso.

Durante o confronto, saímos do disco voador e fomos parar no meio de uma cidade com muitos prédios que parecia ser São Paulo. Os ETs atiravam (e erravam) e eu os acertava com golpes certeiros utilizando a ponta de metal do meu guarda-chuva, arrancando sangue dos aliens (e era sangue vermelho). Teve um tiro que quase me pegou, passando quase raspando meu braço esquerdo.

Por fim, apesar da luta parecer desigual e de eu estar em enorme desvantagem nesta luta, eu consegui matar todos os ETs, cujos cadáveres sumiram. Aí eu falei, gritando algo como: “Esses ETs são uns filhos das putas!” E gritei algumas outras coisas de baixo calão. Decidi retornar ao disco voador dos coisos a fim de comer um pouco daquela comida toda que tinha na cozinha (tinha couve, arroz, feijão, carne e outras comidas que eu costumo comer no restaurante que eu frequento no intervalo do almoço do serviço da vida real, comidas que eu gosto muito). Entretanto, o disco voador já tinha se mandado. Na verdade, não me lembro exatamente se eu xinguei os ETs antes ou depois de procurar pelo disco voador. E o sonho terminou aí.

Tchau a todos e até o próximo sonho!


Um sonho que invadiu a realidade

12 de outubro de 2009

Hoje, eu irei contar dois sonhos, e o primeiro deles, digamos, ultrapassou o limite entre o sonho e a realidade.

No ano passado, creio eu (se não foi, foi em 2007, mas tenho quase certeza que foi em 2008), sonhei que o Cole Turner (aquele demônio da série de TV Charmed, interpretado pelo ator Julian McMahon) arremessou uma bola de energia em mim e eu fiquei com muita tontura, muita tontura mesmo. Acordei com muita tontura (menos do que no sonho, mas ainda assim com bastante tontura). Era tanta tontura que eu mal conseguia ficar de pé. Fui parar no pronto-socorro, inclusive. Lá, ninguém identificou o que eu tinha e a medicação dada não surtiu efeito algum. A tontura passou só depois de bastante tempo, aos poucos, e no dia seguinte eu ainda sentia um pouquinho de tontura.

E esse não foi o primeiro sonho que ultrapassou a realidade! No primeiro post deste blog aqui no WordPress, postado no dia 12 de Fevereiro, relatei o sonho no qual fui atingido por uma lixeira arremessada por uma moça meio doida chamada Danila. Mas o que eu não relatei foi que, ao longo daquele dia, me senti um tanto apaixonado por aquela moça do sonho. Não exatamente apaixonado, mas quando eu pensava nela, quando a imagem dela me vinha à cabeça, me vinha uma sensação de amor, de que eu gostava dela, sei lá, é difícil explicar. Até a hora de dormir, eu fiquei com ela na cabeça. Já no dia seguinte, aquela “sensação amorosa” havia passado por completo.

O segundo sonho de hoje (e que não invadiu a realidade) foi o sonho que eu tive hoje, um sonho simples. Sonhei que eu andava de Metrô em São Paulo, só que o Metrô tava mais para ônibus do que para Metrô (ou uma mistura dos dois, sei lá). O trajeto foi o da linha azul, sentido Tucuruvi. Não sei em que estação eu embarquei, mas eu desembarquei na estação Tucuruvi, a última do trajeto. Após desembarcar, vi que, nas redondezas, não havia nada. Nada mesmo, nem prédios, nem casas, nem mesmo pessoas na estação. Era o que pode-se chamar de “fim do mundo”. Para não dizer que não havia absolutamente nada, havia a estação de Metrô, que não lembrava em nada uma estação de Metrô das que têm em São Paulo e nem tinha bloqueios para entrada e saída de passageiros. Havia também eu e algumas poucas pessoas que desembarcaram comigo. Uma delas me disse que a região do Tucuruvi não havia se desenvolvido ou algo assim. E o sonho foi só isso (ou o que eu me lembro dele).

Nunca fui até a região do Tucuruvi, em São Paulo, e o mais longe que eu fui de Metrô por aquelas bandas foi até a estação Santana, a três estações da estação Tucuruvi, a fim de procurar uma pensão para alugar (o bagulho acabou não dando certo, pois não gostei do local e achei caro o preço). E diferente do que ocorreu no sonho, havia muita gente por aquelas bandas. Muita gente e muitos lugares interessantes também, como uma casa da luz vermelha e muitos pontos de comércio, inclusive ambulante.

Por hoje é só, numa próxima oportunidade de eu atualizar este blog, eu postarei mais sonhos.


Os gatos só se ferram nos meus sonhos, parte 1

19 de julho de 2009

Recentemente, eu tive três sonhos nos quais gatos acabaram se ferrando. Hoje, eu irei contar um deles, sonhado ontem, quando eu dei uma dormida após o almoço.

O sonho girou em torno de um filme que passou duas vezes na TV (na TV do sonho, não na TV da vida real), na primeira exibição, eu peguei o filme pela metade, e na segunda, eu desliguei a TV após ser exibida uma cena na qual eu já vou contar mais para frente.

O filme em questão era meio sem noção e nele, a atriz e cantora Hilary Duff interpretou uma moça louca que fazia parte de um grupo de outros loucos (quatro no total, uma mulher e três homens) que faziam algumas coisas meio esquisitas. Não me lembro do enredo ao certo (acho que nem teve um enredo coeso), mas lembro que um dos loucos vivia se vestindo com roupas muito esquisitas, já a personagem interpretada pela Hilary Duff fazia algumas coisas bizarras nada a ver (a principal delas eu irei contar daqui a pouco, que é onde o gato se ferra), e os outros dois loucos faziam outras coisas estranhas.

Logo no início do sonho (ou melhor, não se sabe quando que é o início de um sonho, uma vez que a gente quase nunca se lembra dessa parte, mas seria o início da parte que eu me lembro do sonho), anunciou na TV que iria passar este filme, falou o título (que eu já não me lembro) e mencionou a Hilary Duff como fazendo parte do elenco. Segundo o trailer do filme, nele seria mostrado o outro lado da Hilary Duff (eu interpretei como o outro lado artístico dela).

Foi anunciado na TV também outros filmes aparentemente bobos, a grande maioria eram filmes infantis sobre corrida de carros e Formula 1. Um desses filmes carregava em seu título o ano de produção, 2008.

Quando eu assisti o filme da primeira vez (quando eu o peguei pela metade), meu irmão estava assistindo e eu resolvi assistir também. A primeira cena que eu vi era uma em que os quatro loucos estavam sendo entrevistados por um repórter. Estavam os quatro em frente a um carro preto parado em um lugar ao ar livre, de dia, provavelmente perto de uma ponte ou algo assim (parece que um dos loucos dirigiu até o local). Os três rapazes loucos responderam as perguntas normalmente, ainda que com algumas respostas desconexas. Já a personagem interpretada pela Hilary Duff  (que eu não me lembro o nome, e nem lembro o nome de nenhum personagem do filme) desconversava sempre, dando respostas muito rápidas que quase não se dava para ouvir.

Numa cena que veio um pouco depois, a personagem interpretada pela Hilary Duff apareceu dentro de uma caverna e abriu a barriga de uma gata branca com uma faca, enquanto uma música de fundo meio esquisita e lenta é tocada (essa é a parte que o gato se ferra, ou melhor, uma gata, mas só deu para saber o sexo da pobre criatura no final do sonho). E ela fez isso sorrindo, ainda que com um sorriso meio estranho. Por se tratar de uma cena demasiadamente forte, virei o rosto para não ver aquilo. Eu diria que esta foi a principal cena do filme.

Daí o filme seguiu até seu final, que eu não me lembro qual é. E no dia seguinte, o mesmo filme foi reprisado, e desta vez, eu vi desde o começo.

Iniciou o filme com os loucos estando na casa deles (não me lembro se era um em cada casa ou eram todos os quatro na mesma casa), dependentes da família para tudo, já que não possuíam sanidade mental. Posteriormente, eles foram vivendo suas aventuras, fazendo algumas coisas que eu já não me lembro, mas a história foi evoluindo, como um filme da vida real.

Numa determinada parte do filme, minha mãe (ou meu irmão, ou ambos, sei lá) me distraiu para falar não sei o quê e eu acabei perdendo um trecho da história. Quando eu voltei a assistir, era exibida novamente a parte onde os quatro loucos eram entrevistados.

Quando chegou na parte onde a Hilary Duff abre a barriga da gata (e o interessante era que não saía sangue do animal, embora dê para ver que o interior do corpo deste era marrom), não aguentei ver aquilo e desliguei a TV.

Depois, eu vi uma revista na qual falava acerca deste filme, dizendo que este mostrava o outro lado da Hilary Duff (assim como o trailer do filme visto anteriormente), inclusive com uma foto exibindo um close da cena onde a gata tinha sua barriga aberta. Na revista, estava escrito que a louca estava tentando fazer um desenho de um pênis na gata com a faca (e estava mesmo, pois a foto mostrava exatamente isso, aí deu para ver que o felino era uma fêmea).

E o sonho acabou aí, e então eu acordei. Mais um sonho onde um felino se dá mal, o terceiro nesses últimos tempos (os outros dois eu irei contar provavelmente no próximo post). Então, até o próximo post, que eu não sei quando vai ser, pois ando cada vez com menos tempo livre para postar aqui.


Um sonho dentro de outro

18 de maio de 2009

Hoje, eu tive um sonho dentro de outro, ou seja, eu sonhei que eu estava sonhando e, neste sonho, o Guilherme Arantes veio fazer uma visita aqui em casa e foi dormir num quarto separado, um quarto de hóspedes, digamos assim.

A minha casa era meio diferente da minha casa da vida real, que nem tem um quarto de hóspedes (estes geralmente dormem na sala). E os cômodos da minha casa no sonho não possuíam iluminação alguma, era tudo bastante escuro, mas eu enxergava mais ou menos o ambiente e via uns cacarecos jogados em tudo quanto é lugar.

Aí, no dia seguinte, depois que acordei da noite de sono, fiquei sabendo que o Guilherme Arantes morreu enquanto dormia,. Inclusive, fiquei triste com o ocorrido. Também houve cobertura da imprensa sobre a morte do músico.

Neste mesmo sonho (que, lembrando, foi sonhado dentro de outro sonho), me lembro de ter entrado, junto com algumas pessoas que não me lembro quem eram, num depósito meio esquisito, um lugar muito grande, enorme mesmo, que estava cheio de coisas empilhadas (era coisas que não acabavam mais), inclusive muitos CDs. Um dos CDs (na verdade, eu acho que eram CDs, mas eu não me lembro com exatidão o que eram), era de cor azul e eu, por não gostar da pessoa que o lançou (um cara do Orkut no qual eu discuti na vida real), o peguei e o amarrotei, e então o joguei de qualquer jeito.

Me lembro também que eu estive dentro de um lugar onde tinha uma bancada de madeira e que ficava sei lá onde (acho que eu subi umas escadas no depósito descrito no parágrafo anterior, que deram acesso a este lugar), e que tinha umas janelas que davam para ver o céu branco. As pessoas que entraram comigo naquele depósito também me acompanhavam neste lugar, não sei se todas elas. E nós ficamos lá fazendo alguma coisa que eu não me lembro.

Neste mesmo lugar, eu percebi que eu estava sonhando e me lembrei que, quando alguém percebe que está sonhando, pode fazer qualquer coisa que desejar, como voar. Então, eu resolvi que, ali na minha frente, ia aparecer a Mara (uma amiga minha que eu tenho desde os tempos de escola) a fim de beijá-la. Ela apareceu na minha frente, mas meio apagada, como se fosse um espírito. Não me lembro se eu a beijei ou não, mas eu acho que a beijei, ou tentei beijar.

Depois de alguns instantes, eu decidi abrir os olhos para acordar e acordei em frente ao portão da minha casa, de madrugada, e trajando um pijama que não existe na vida real. Havia uns caras meio esquisitos na rua, que aparentava estar em reformas, toda arrebentada. Aí eu me lembrei vagamente que, no sonho que eu tive, eu havia saído de cada para dar uma volta no quarteirão e então acreditei que eu havia tido uma crise de sonambulismo.

Abri o portão e entrei em casa (que é bem mais fiel à minha casa da vida real, ao contrário da do sonho que eu tive dentro deste sonho) e, na garagem, estavam Sandy e Junior escutando música punk num aparelho de som que estava ali instalado. Este foi, que eu me lembre, o primeiro sonho no qual eu não cumprimentei a Sandy, não pedi autógrafo, não falei com ela, não a abracei e nem nada. Aí eu entrei provavelmente na cozinha e não sei mais o que eu fiz. Posteriormente, eu acordei. Desta vez, eu acordei de verdade.

Uma observação interessante é que o Guilherme Arantes era meu cantor favorito na época que eu tinha entre 4 e 5 anos de idade, quando eu ainda morava em Curitiba. E, de 1998 a 2007, Sandy e Junior eram meus cantores favoritos, ainda que eu curtisse outros cantores e bandas nesta mesma época.

Até o presente momento em que escrevo neste blog, o Guilherme Arantes está vivo e cantando até hoje.

Até o próximo sonho!


Homem decepando sua cabeça na guilhotina duas vezes, e na frente dos jurados

10 de maio de 2009

Hoje, tive mais um sonho com algumas partes sem noção (ou melhor, acho que o sonho é inteiro sem noção).

O sonho se passou na sua maioria dentro do Jornal Hoje e cada parte do sonho era uma reportagem deste telejornal, no qual eu participava em cada matéria (nem que seja apenas para ficar olhando). Só que eu não via os apresentadores e nem o estúdio, eu só via as reportagens.

O sonho teve algumas partes, entretanto, eu só me lembro de duas delas, provavelmente as principais.

Em uma delas, uma moça procurava sua irmã em tudo quanto é lugar. A moça era bem-humorada, sorria e dava risada. A irmã dessa moça (eu acho que era a irmã, não tenho certeza) estava desaparecida e a moça a procurava em tudo quanto é lugar. Eu só assistia a tudo, já que não podia interferir nesta reportagem específica (eu era só um telespectador).

Apesar do Jornal Hoje não ser assim na vida real, no sonho, cada reportagem era interrompida para dar continuidade a outra, e depois era retomada assim que uma outra reportagem era também interrompida ou acabava. Ou seja, as partes do sonho ficavam se revezando, e essa parte anterior foia  que mais revezou com outras.

Numa outra parte do sonho, que bem dizer são duas, dependendo de como se interpreta o bagulho (no final, acabam sendo três as partes que eu me lembro), descobriram que não existia, no idioma inglês, um verbo que começa com a letra X. Se na vida real não existe verbo no idioma inglês com X eu não sei (no meu dicionário de inglês, só há umas poucas palavras com X), mas no sonho, não havia nenhum verbo com essa letra.

Daí, uma equipe de intelectuais (acho que eram pertencentes a alguma academia de letras (tal qual a brasileira) ou era um grupo de professores, sei lá) decidiu criar um verbo na língua inglesa que iniciasse com a letra X, que significava algo como “praticar um esporte no qual decepa-se a própria cabeça”. Não me lembro que verbo era esse, e não me lembro nem se chegaram a informar este verbo no Jornal Hoje.

Daí entra a segunda parte dessa parte desse sonho, que é a pior parte de todas, contendo cenas fortes (provavelmente, você que está lendo isso já deve imaginar mais ou menos do que se trata). Alguém resolveu praticar esse esporte bizarro e amputou sua própria cabeça perante a plateia, os jurados e os telespectadores que assistiam. Pior: amputou duas vezes a mesma cabeça.

Continuando a parte anterior do sonho, que eu me esqueci de terminar, a reportagem sobre a moça que procurava a irmã não teve um final feliz. Ela terminou, no último trecho desta, informando que tal moça bem-humorada não conseguiu achar sua irmã, e pior, a moça acabou morrendo.

Prosseguindo com a parte mórbida do sonho, um louco (que eu acho que era um israelense) decidiu decepar sua cabeça em uma guilhotina, que não era bem uma guilhotina, era uma lâmina que o praticante desse “esporte” pegava e a enterrava em seu pescoço. Basicamente, o “esporte” consistia no cara ficar deitado no chão segurando a lâmina, que ficava apoiada sobre seu corpo. Então, o suicida virava a lâmina 90 graus e a posicionava sobre o pescoço, e então a enterrava no mesmo, decepando a cabeça. Por fim, os jurados davam cada um uma nota, que devia ser de zero a dez, mas não tenho certeza. E cada jurado era de um país diferente. Não me lembro de que países eram os jurados e nem quantos jurados haviam.

O israelense cortou duas vezes a cabeça dele fora (como ele fez para encaixar a cabeça dele de novo para a segunda amputação eu não sei) e cada amputação era mostrada em partes diferentes do Jornal Hoje (aquele esquema de interromper  uma reportagem para dar continuidade a outra), e uma outra parte mostrou o intervalo entre uma “performance” e outra. Algumas dessas partes foram exibidas mais de uma vez e fora de ordem.

Na primeira “performance”, o cara enfiou a lâmina no pescoço e a cabeça dele caiu e afundou numa meleca cinza que tinha do lado. Saiu uma certa quantidade de sangue do pescoço do homem (eu não fiquei olhando porque eu estava com aflição). Me parece que um homem correu para tirar a cabeça de dentro da meleca e prestar o socorro médico ao “esportista”. Os jurados deram cada um sua nota, que eu não sei se foram notas boas ou se foram notas ruins.

Na segunda “performance” (que foi mais tranquila que a primeira, na minha opinião), não houve sangue após a amputação da cabeça, ela apenas caiu para o lado, sem afundar em nenhuma meleca. Após a amputação, o homem aparentava estar morto.

E no momento da amputação, eu disse comigo mesmo: “o cara vai ferrar com o pescoço dele”. Disse isso porque o pescoço já havia sido cortado (uma lesão bastante feia) e, antes dos curativos terminarem de cicatrizar, ele cortou de novo o pescoço com a lâmina.

Um trecho desta segunda “performance” foi mostrado numa chamada para os comerciais, tipo “você vai ver a seguir no Jornal Hoje”. E, antes do cara cortar a cabeça fora nessa segunda vez, o pescoço do cara aparentava ter sido costurado ou remendado.

Me parece que se passaram várias horas entre cada uma das duas “performances”, dado o tempo de espera. E mesmo depois do israelense ter sua cabeça encaixada de volta, ainda houve uma espera de mais algumas horas, dada uma falha na organização do evento, na qual os jurados sumiram. E o tal israelense ficou muito nervoso com essa falha da organização, gritando: “Cadê os jurados?” Ele ainda tinha garganta para gritar!

Tinha para gritar, mas não para ser entrevistado. Nessa última parte do sonho, que foi exibida por último (apesar da parte da segunda amputação ter sido exibida primeiro), eu fui lá e entrevistei o “esportista”. Eu fiz algumas perguntas (ou outra pessoa fez, não me lembro direito) e o cara respondeu algo ininteligível. Eu, sem entender nada, perguntava: “quê?” e o cara respondia novamente algo que não dava para entender, aparentemente por sua garganta estar com problemas. Novamente, eu perguntei “quê?” e novamente o cara respondeu algo sem dar para entender nada. O sonho terminou nessa entrevista, comigo perguntando “quê?” e o israelense “falando para dentro”.

Coincidência ou não, ontem eu assisti o nono episódio da oitava temporada da série Charmed, no qual a Billy foi procurar a irmã desaparecida dela no meio dos demônios. A Billy, diferente da moça do sonho, não morreu no final. E espero que não morra no decorrer da série (ainda não vi os demais episódios da oitava temporada, então eu não sei o que vai acontecer com a Billy).

Por hoje é só! E não pratiquem esse esporte bizonho, pelo amor de Deus!


Sonhos sonhados nesses últimos tempos

19 de abril de 2009

Hoje, irei contar alguns sonhos que eu tive há tempos atrás (cinco, no total). Quase todos foram sonhados no ano passado, em 2008, durante o tempo de inatividade das minhas postagens neste blog.

Uma vez, no ano reatrasado (eu acho), sonhei logo no início do sono com um bebê numa cadeirinha daquelas onde se dá papinha, então a cabeça do bebê aumentou de tamanho rapidamente e estourou como uma bexiga, e acabei tendo um ataque de riso que me fez acordar do sonho. O sonho foi bastante rápido e parece que eu o sonhei quando eu estava começando a pegar no sono.

No dia 21 de Janeiro de 2008, eu sonhei que a greve dos roteiristas era uma maldição divina ao mundo do cinema causada pelos cachês altíssimos dos atores dos filmes e também dos ganhos absurdos dos profissionais do cinema (cachês e salários milionários) e pela não ajuda destes aos mais necessitados. O sonho terminou com uma musiquinha sinistra. Na época que eu tive esse sonho, era a época da tal greve dos roteiristas, que atrapalhou a exibição de algumas séries na TV paga.

Três dias antes desse sonho, no dia 18, eu sonhei que tava dando na MTV o desenho animado do Renan Calheiros e este, bem como os demais personagens do desenho, inclusive a Mônica Veloso, eram ursos, tais como os do desenho Talespin (antigo desenho animado que eu assistia quando criança). No desenho, o Renan estava sendo julgado por aqueles escândalos que ocorreram na vida real envolvendo-o. E este desenho passava em várias MTVs, cada uma passando uma parte daquele mesmo episódio. Não havia outros canais na TV sem ser essas MTVs, que eram centenas. E eu pensava que o canal que estava passando era a Globo e não a MTV, acho que depois que eu me toquei que era a MTV.

No dia 31 de Março de 2008, sonhei um sonho que teve algumas partes distintas, e na principal delas, eu estava tendo aula com um professor que cortava o cérebro de uma mulher como se fosse um repolho, na pia, com a torneira aberta. E não havia nenhum sangue no crânio da moça. E falavam que o crânio da mulher era sobrenatural e não sei mais o quê. Num determinado momento, o professor saiu e eu peguei a faca e continuei eu mesmo a cortar aquele cérebro, sem nenhum nojo ou constrangimento.

Numa outra parte deste sonho, eu vendi os DVDs do Debian 4.0 para uma filial do Boticário e fiquei com medo de que o cara descobrisse algo ou desconfiasse algo de mim (não me lembro exatamente do que eu tinha medo). Na vida real, eu sou vendedor oficial do Debian GNU/Linux, que está em sua versão 5.0.

Também teve uma parte onde eu andava na rua e via, do outro lado desta, um portal (ou algo do tipo) que dava para ver a cidade de Curitiba um pouco diferente, com mar. Eu acho que cheguei a atravessar o portal e ir à essa Curitiba diferente.

E teve uma outra parte onde a Avril Lavigne estava dormindo no quarto da minha avó e, quando eu a vi, disse em inglês misturado com português que era para eu tomar café da manhã na cozinha. A Avril devia estar fazendo uma visita à minha casa.

No dia 24 de Novembro de 2008, sonhei um sonho de três partes (não me lembro se teve outras além das três que vou contar agora). A primeira parte foi uma parte erótica na qual eu participei de uma suruba com algumas ex-colegas de escola da época do terceiro colegial, e em cima de umas mesas azuis grandonas, que ficavam em um recinto enorme e fechado, tipo um galpão. Só havia eu de homem e o resto eram garotas, tinha uma mais tímida, que participou pouco da suruba, outras eram mais assanhadas, com uma delas sendo a que eu mais me “envolvi”, dando várias “investidas” principalmente nos seios da mesma.  Especificamente nesta parte do sonho, eu e todas as garotas tínhamos a idade que a gente tinha na época do terceiro colegial, 17 anos. Não irei citar nomes das participantes dessa parte do sonho para não constranger ninguém.

Nesse mesmo sonho, já com a mesma idade da época que tive o sonho, ganhei um PC com o Windows 7 original, mas ele permaneceu na caixa durante o sonho inteiro. Parece que o PC e o Windows 7 original eram necessários para realizar uma determinada tarefa. Lembrando que o Windows 7 só será lançado provavelmente no fim deste ano.

E também, no mesmo sonho, montei uma conexão com uma espécie de rádio que tocava uma determinada música que eu não sei qual era, mas era uma música que eu gostava muito no sonho, só tocava essa música na rádio, e a antena que eu montei para fazer a conexão com essa rádio consistia em um violão partido ao meio.

Por hoje é só! Até o próximo post deste meu blog!


Atingido por uma lixeira

12 de fevereiro de 2009

Hoje, o blog dos Sonhos do Allan volta à ativa, depois de mais de um ano sem posts, agora neste novo endereço, no WordPress!

Hoje, tive um sonho no qual o início eu já não me lembro por completo (como na maioria das vezes), mas a parte final eu me lembro. Eu estava não sei em que lugar e minha mãe procurava a tampa da caneta dela, e então eu falei (ou pensei comigo mesmo, sei lá) que vieram 50 tampas de caneta pelo correio. Na vida real, recentemente eu comprei pela Internet, dentre outras coisas, 50 canetas.

Naquele momento do sonho, eu estava meio para baixo, com um pouco de carência afetiva.

Depois dessa parte do sonho, não me lembro o que veio a seguir, mas um pouco depois disso, eu entrei numa sala de aula com vários jovens dentro, uma sala cuja porta dava para a rua e que era diferente das salas de aula das épocas que eu estudava no Ensino Médio e na faculdade, era uma sala com paredes cinza.

Um pouco antes de eu adentrar o recinto, vi alguns carros estacionados uns na frente dos outros, em fileira, com espaços de alguns metros entre um veículo e outro. Em cima de cada veículo, havia uma moça trajando roupas pretas com o rosto pintado de branco se maquiando. No momento que eu entrei na sala de aula, a moça do carro que estava mais próximo à porta traçava uma linha preta do meio da boca até o queixo. Parece que as moças estavam organizando um protesto contra o prefeito de Praia Grande, Roberto Francisco, para que este fosse deposto e que assumisse um político da oposição em seu lugar.

Depois que eu entrei na sala de aula, sentei junto a alguns jovens e fiquei conversando. Não havia nenhum professor dando aula. Depois de uns minutos, a moça que estava em cima do carro próximo à entrada da sala e que eu a vi se maquiando parou na porta e arremessou uma lixeira aparentemente vazia para dentro do recinto, e esta acertou meu braço esquerdo, fazendo com que este ficasse cheio de purpurina grudada. A lixeira que acertou meu braço era vermelha com detalhes em amarelo, era uma lixeira incrementada e enfeitada, com acabamento em purpurina amarela.

Depois de arremessar aquilo no meu braço, a moça saiu correndo, e eu saí correndo atrás dela a fim de pedir explicações. Entretanto, ela corria muito mais rápido do que eu e acabei a perdendo de vista. Ainda assim, continuei correndo a fim de alcançá-la, inclusive, tive que passar por obstáculos e caminhos apertados. E eu me sentia gordo enquanto corria. Na vida real, eu estou um pouco acima do peso ideal.

Pedindo informações para algumas pessoas onde aquela moça estava, fui informado que o nome dela era Danila e o local onde ela estava, em uma sala junto com umas amigas dela. Quando adentrei a sala, vi que ela já havia lavado o rosto e trocado de roupa, agora trajando roupa cinza. A Danila era uma moça muito bonita e aparentava ter uns 18 anos de idade, aproximadamente.

Então, pedi explicações à Danila por ela ter arremessado aquela lixeira em mim. Ela me respondeu que não teve a intenção de me acertar e sentia muito pelo ocorrido, visivelmente com um pouco de medo, temendo que eu a agredisse em represália por ela ter me acertado. Mas eu falei calmamente com ela, sem raiva, falei mais algumas coisas que agora não me lembro. Acho que eu falei para ela não arremessar lixeiras novamente ou alguma coisa assim. Inclusive, encostei meio que sem querer o braço cheio de purpurina na Danila, mas sem a intenção de sujá-la, e ela nem achou ruim. Enquanto eu falava com ela, tocava ao fundo uma música romântica em inglês que não sei qual é e nem me lembro direito como era. Por fim, eu disse para ela em tom carinhoso que estava tudo bem, pondo minha mão direita em seu ombro. Ela me perguntou, já sorrindo, se eu vendia cabos USB e eu respondi que não, que eu trabalhava como programador Java. O sonho acabou instantes depois, quando comecei a acordar.

No próximo post, contarei alguns pequenos sonhos que eu tive ao longo desse tempo que eu fiquei sem postar. Até o próximo post!